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NAO VERAS PAIS NENHUM

Formato: Livro

Autor: BRANDAO, IGNACIO DE LOYOLA

Idioma: PORTUGUES

Editora: GLOBAL EDITORA

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA

R$ 65,00

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Especificações Tecnicas

ISBN: 8526012975

ISBN-13: 9788526012974

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão aprox.:

Edição: 27°

Ano de Lançamento: 2008

Número de páginas: 384

Peso: 0

Sinopse do Livro: NAO VERAS PAIS NENHUM

Romance apocalíptico, no sentido de contar uma história do fim dos tempos, 'Não Verás País Nenhum' se desenrola em um futuro não determinado - Uma época terrível, na qual a Amazônia se transformou em um deserto sem nenhuma árvore; onde 'O lixo forma setenta e sete colinas que ondulam, habitadas, todas. E o sol, violento demais, corrói e apodrece a carne em poucas horas'; onde a carência de água impõe a reciclagem da urina, bebida pelas pessoas. A administração do país chegou ao caos. Governantes medíocres, cada vez mais afastados do povo, interessados apenas em vantagens pessoais, uma polícia corrupta e assustadora. No meio desse mundo sombrio, uma história de amor, na qual o autor sugere que nem tudo está perdido, pelo menos enquanto o bicho-homem alimentar esperanças e for capaz de gestos de generosidade.

Opinião do leitor

  • 2 Opiniões:

    Opine
  • 27/03/2013 00:47:31

    Diego Felix

    • Nota:

    • Ótimo

    Ignácio de Loyola acertou a mão quando escreveu Não Verás País Nenhum. Segue a ideia de distopia, presente nos clássicos 1984, Admirável Mundo Novo e Fahrenheit 451, porém o faz de modo inteiramente brasileiro, como não deixaria de ser. Simples, direto e sem medo, o livro é uma viagem à um país devastado pelas condições climáticas e um governo tirano. Vale muito a leitura!!,...

  • 11/03/2010 23:31:03

    Felipe Rezende Crispi

    • Nota:

    • Ótimo

    Em “Não verás país nenhum” #Ed. Global, 2007## Ignácio de Loyola Brandão tem uma obra parecida com 1984, de George Orwell em sua proposta: uma projeção pessimista de um futuro trágico para o país. Critica completa em: http://instanteliterario.wordpress.com/2010/03/11/nao-veras-pais-nenhum/

BRANDAO, IGNACIO DE LOYOLA
Nascido em 1936, em Araraquara (SP), Ignácio de Loyola Brandão desbravou desde cedo a biblioteca de 800 volumes mantida por seu pai. O gosto pela escrita o levou primeiro ao jornalismo – atividade que iniciou em 1957, no jornal 'Última Hora' – e, posteriormente, em 1965, à literatura, quando lançou seu primeiro livro, 'Depois do sol', uma coletânea de contos. De lá para cá, Loyola transita nos universos jornalístico e literário. Já publicou diversos romances, entre eles 'Bebel que a cidade comeu' (1968), 'Não verás país nenhum' (1981) e 'Zero' (1975) - censurado de 1976 a 1979 pelo regime militar, por descrever os anos de chumbo -, além de contos, crônicas, biografias, livros-reportagem e infanto-juvenis. Pela Ática, lançou em 1987 o livro 'O homem do furo na mão'. Nos anos 1980, dedicou-se integralmente à literatura e, na década seguinte, retornou ao jornalismo diário. Em 2000, recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Contos por 'O homem que odiava a segunda-feira'.

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