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ORFAOS DO ELDORADO

Formato: Livro

Autor: HATOUM, MILTON

Idioma: PORTUGUES

Editora: COMPANHIA DAS LETRAS

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES

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Especificações Tecnicas

ISBN: 8535911677

ISBN-13: 9788535911671

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão aprox.: 21 X 14 cm

Edição:

Ano de Lançamento: 2008

Número de páginas: 112

Peso: 0,17

Sinopse do Livro: ORFAOS DO ELDORADO

Numa cidade à beira do rio Amazonas, um passante vem procurar abrigo à sombra de um jatobá e, incauto ou curioso, dispõe-se a ouvir um velho com fama de louco. É o que basta para Arminto Cordovil começar a contar a história de 'Órfãos do Eldorado' - a história de seu próprio amor desesperado por Dinaura, mas também a crônica de uma família, de uma região e de toda uma época que, à base da seiva da seringueira, quis encarnar os sonhos seculares de um Eldorado amazônico.

Opinião do leitor

  • 6 Opiniões:

    Opine
  • 28/02/2009 12:58:14

    Giovanni Lopes de Farias

    • Nota:

    • Médio

    O conteúdo desse trabalho de Hatoum é precioso e leva o leitor a um estado de excitação desde o início. O autor vai abrindo a trama dos conflitos num só fôlego, mostrando a luta surda de Arminto contra a figura amada/odiada do pai #Amando## e a fragilidade daí resultante que o conduzirá irremediavelmente à destruição, financeira e afetiva, ao envolver-se num affair com Dinaura. É difícil conter a expectativa de uma reação positiva, ou seja, é quase impossível poder aceitar a inexorabilidade do destino #maktub##, a passiva atuação dos personagens #Arminto, Esteliano, Florita##, como se órfãos de um agente aglutinador e capaz de organizar afetivamente. E todo esse enredo vai sendo conduzido com maestria pelo autor num poema curto, mas carregado da dor mais cruel, a dor suicida. ,...

  • 06/02/2009 09:49:43

    Paula Cajaty

    • Nota:

    • Bom

    O folclore renasce à sombra de um jambeiro nas lendas de Milton Hatoum, autor que se destaca pelo resgate da literatura clássica, num cenário em que reina a empáfia superficial e imotivada da vanguarda. Sua letra hipnotiza novamente, num discurso que acompanha o ritmo da respiração entrecortada, enquanto os olhos famintos atravessam a multiplicidade e profundezas de frases bem talhadas. O cenário é o mesmo, a Amazônia decadente e perdida no século XX, relembrando |Dois Irmãos| em seus cheiros, climas e sabores. O centro da história é novamente o desencontro e o desfiar de segredos que se revelam surpreendentes, aos poucos, no passar das páginas. De fato, |Órfãos do Eldorado| não guarda a mesma exuberância de Dois Irmãos, essa sim uma obra preciosa, quebra-cabeças intrincado em que todas as personagens se inter-relacionam de forma intensa e particularizada. No livro enxuto, Hatoum optou por abrir mão da complexidade sem, no entanto, perder de vista a dramaticidade e a carga poética e fluência levemente regionalizada que definem e individualizam seu romance. A novela se inicia com uma profunda mágoa entre pai e filho que não dissipa no passar do tempo. Enquanto Manaus e a fortuna de nome e das posses da família Cordovil se afundam, Arminto vai contando sua vida de amores e miragens, de feitiços e vinganças sem razão, onde uma cidade é capaz de enlouquecer e desperdiçar vidas, onde a noite é capaz de turvar a memória, escurecer a alma, até que um canto de pajé - ou o fim da história - as acorde do transe. Além do pequeno-grande romance, duas pérolas para o deleite do leitor: na abertura do livro, a citação do romance |A cidade|, de Konstantinos Kaváfis #1910##, deixa entrever a tristeza de quem se aferra a lugares e arruina a própria vida na covardia imóvel de quem não consegue mudar; no Posfácio, Hatoum rende sinceras homenagens às histórias, lendas e mitos que compõem a simbiose entre a infância dos netos e a velhice dos avós, os primeiros, ávidos por magias e surpresas que prendam seus espíritos desassossegados num suspense dramático, os últimos, experientes, mágicos e suficientemente solenes para domar o tempo, o medo, e a arte de alimentar a eterna e incurável fome de encantos.,...

HATOUM, MILTON
Nascido em Manaus em 1952, Milton Hatoum ensinou literatura na Universidade do Amazonas e na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Estreou em 1989 com o romance “Relato de um certo Oriente”, seguido de “Dois irmãos” (2000), ambos ganhadores do Prêmio Jabuti de melhor romance e publicados em oito países.

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