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Ferreira Gullar

Ferreira Gullar é o pseudônimo de José Ribamar Ferreira. Poeta, dramaturgo, jornalista, tradutor e crítico de artes plásticas, nasceu no Maranhão, em 1930. Aos 18 anos, trabalhou no Diário de São Luís e, um ano depois, publicou seu primeiro livro, Um Pouco Acima do Chão. Em 1951, trabalhou em revistas como Cruzeiro e Manchete e no Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Gullar lançou o livro Luta Corporal em 1954. Participou do início do concretismo em 1956 e, em 1957, deixou o movimento e escreveu o artigo Poesia Concreta. Em 1959, assinou o Manifesto Neoconcreto, contando com ideias da sua Teoria do Não Objeto. No início da década de 1960, escreveu poemas de cordel, como João Boa Morte. Em 1962, foi eleito presidente do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (CPC/UNE) e, em 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro. Com o decreto do AI-5 (1968), Gullar foi preso e exilou-se em 1971. No exílio, enviou artigos para o jornal O Pasquim e escreveu seu livro mais popular, Poema Sujo (1976). Voltou ao Brasil em 1977 e escreveu para teatro e televisão. Em 1980, publicou a obra Toda Poesia. Como crítico de artes plásticas, lançou títulos como Sobre Arte (1983) e Etapas da Arte Contemporânea (1998). Em 2002, foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura, e, em 9 de outubro de 2014, foi eleito o sétimo ocupante da cadeira nº 37 da Academia Brasileira de Letras. Ferreira Gullar morreu no dia 4 de dezembro de 2016, aos 86 anos, no bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, vítima de pneumonia.

Obras mais recentes:

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