Aguarde...

Autógrafos do Livro: O avô de Arthurzinho tocava ''Moedroca''

  • Sábado, 29 de Novembro
  • 15:00
  • Piso Térreo
    LIVRARIA CULTURA - SHOPPING MARKET PLACE
    Cidade: São Paulo - SP
compartilhar

Descrição

 A Livraria Cultura recebe o autor Marcos Arthur para a sessão de autógrafos do livro ''O avô de Arthurzinho tocava ''Moedroca''''.

O livro conta a história da relação entre Arthurzinho e seu avô Arthur, músico e grande incentivador da arte. O carinho e admiração que um tem pelo outro desperta uma emoção que há muito não se vê, dos tempos em que netos frequentavam quase que diariamente as casas de seus avós para conversar, ouvir histórias e aprender muito com eles. Vô Arthur, sempre que seu neto Arthurzinho aparece por lá, toca um instrumento italiano chamado organino, conhecido aqui como acordeom (que Arthurzinho chama de “moedroca”), pois sabe que desta forma despertará no neto um forte desejo pelos caminhos da arte. Além disso, estimula-o a desenhar, elogiando seus trabalhos e dizendo a ele que gostaria muito de saber desenhar como ele. Por outro lado, Arthurzinho também diz ao avô que gostaria muito de saber tocar como ele, numa troca sensível de talentos e aprendizado. Mas Arthurzinho, um dia, se vê meio perdido, tendo que aprender a lidar também com a perda do avô. A morte, a quem ele chama de “etrom”, é perversa, mas não há como fugirmos dela. Resta-nos guardar e lembrar para sempre dos bons momentos de convivência com nossos entes queridos, e aproveitar da melhor forma possível tudo o que aprendemos com eles.  

Informações Importantes

Tipo de evento:
Cidade: São Paulo - SP
Data: Sábado, 29 de Novembro
Hora: 15:00
Local: Piso Térreo

Loja: LIVRARIA CULTURA - SHOPPING MARKET PLACE
Avenida Dr. Chucri Zaidan, 902 - Piso 1 - Loja 222


Duração: 2 horas 30 minutos
 Marcos Arthur é músico, compositor, diretor musical, autor e ilustrador.
Em 1982, fez parte do Núcleo Zambelê, cuja proposta era a de montar espetáculos essencialmente musicais, dirigidos ao público infantojuvenil. Na primeira montagem, A história dos objetos falantes, com músicas próprias e texto de Vitor Guarany, o grupo conquistou o prêmio de Revelação, da Associação Paulista de Críticos de Arte — APCA.
A partir daí, apaixonado pela ideia de trabalhar para o público infantil, e motivado pela reação das crianças na plateia, não parou mais. Escreveu, em 1984, com Carlos Batista e Francelino de Oliveira, O dia em que o medo virou música, além de compor as músicas e dirigir musicalmente o espetáculo. E por aí vai: em 1985, fez os arranjos e a direção musical de Avoar, de Vladimir Capella, onde conquistou o Prêmio APCA de Melhor Música. Escreveu, compôs as músicas e fez a direção musical de Vamos atrás do raio de sol, em 1986. Com Guaiú, a ópera das formigas, em 1989, texto de Silvio Ferreira Leite, ganhou os prêmios APCA, Mambembe Especial e Apetesp, todos de Melhor Música, com destaque de Melhor Espetáculo do Ano pela Fundação Nacional de Artes Cênicas — Fundacen. Em 1994, escreveu, compôs as músicas e cuidou da direção musical de Chimbirins e Chimbirons, um espetáculo cantado totalmente a capela, com 16 atores em cena, que ganhou o Grande Prêmio da Crítica da APCA, e foi indicado para o Prêmio Troféu Mambembe como Melhor Autor, além de quatro indicações para o Prêmio Sharp. 
Já em 2007, foi convidado para compôr e dirigir musicalmente Auto da infância, de Luis Alberto de Abreu, para ser apresentado no Festival de Teatro de Curitiba daquele ano.

ROLAR PARA O TOPO