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A COR DA PELE



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Sinopse

Acima de tudo, um grande poeta A poesia de Adão Ventura, pelo menos em sua fase "negra", é relativamente simples. São raras as palavras difíceis, os versos complicados, as piruetas verbais. Quase sempre, Adão é direto e claro, e sua poesia nos atinge como um soco. Sua dor - a do negro de hoje e a do escravo dos séculos passados - não precisa de palavras complicadas. Para dizer o que sente e o que sentiram seus pais e avós, avós que foram escravos, bastam-lhe os recursos da linguagem comum. Por isso mesmo, por sua simplicidade, a poesia de Adão pode ser entendida por qualquer um. Mas é uma poesia de choque, que vai direto na veia, ataca no ponto certo, expondo as feridas abertas por séculos de humilhação nas senzalas e nas casas-grandes, nas vilas e nas cidades, nos salões e nas ruas, no passado e no presente. Alguém poderia dizer que as palavras são duras, que o poeta é amargo. De fato, as palavras são duras, pois é preciso ser duro para retratar a escravidão e o preconceito. De fato é amargo, pois não há como ser alegre quando o poeta percebe, em todas as ocasiões, a cor da pele como uma cerca de arame farpado dividindo os seres humanos. A poesia de Adão não é só negra. É também a poesia de um dos maiores criadores brasileiros do século XX.

Detalhes do Produto

    • Edição:  1
    • Ano de Edição: 2016
    • Ano:  2015
    • País de Produção: Brazil
    • Código de Barras:  2000900039276
    • ISBN:  9788586222139

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