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BIBLIOCLASMO


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Sinopse

O nosso tempo está marcado pela omnipresença ou imperialismo do regime tipográfico e realidades afins - a letra, o livro, a biblioteca, o leitor e a leitura, o autor e a escrita. Na óptica do ensaísta espanhol Fernando R. De la Flor, a cultura tipográfica, acossada pela cultura audiovisual em ascensão, está em franco declínio. Um declínio desconcertante e paradoxal - por um lado, a produção tipográfica atinge na actualidade a sua máxima extensão; por outro lado é correlativa do apocalipse do regime aurático da letra. A reprodutibilidade infinita da letra conduz, paradoxalmente, à exaustão do sentido, de todos os sentidos. E essa reprodutibilidade tem, como primeiro e definitivo motor histórico, a tipografia. O crescimento desta significa, então, e progressivamente, a negação do livro, e concomitantemente, da leitura e da escrita. Fernando R. de la Flor faz observações particularmente importantes sobre a posição de determinadas instituições neste tempo crepuscular (a universidade, por exemplo). E propõe, neste seu ensaio, uma autêntica terapêutica compensatória deste estado de coisas. É neste sentido que devemos entender o seu esforço de recuperação de toda uma diacronia de monumentos biblioclastas. Como se diz num dos títulos de um capítulo - a defesa matizada do auto-de-fé (de livros, entenda-se).

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