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CAIO FERNANDO ABREU



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Sinopse

“Como se eu estivesse por fora do movimento da vida. A vida rolando por aí feito roda-gigante, com todo mundo dentro, e eu aqui parada, pateta, sentada no bar. Sem fazer nada, como se tivesse desaprendido a linguagem dos outros. A linguagem que eles usam para se comunicar quando rodam assim e assim por diante nessa roda-gigante.”“É na linguagem — ambígua e fragmentada, descentrada e esquizofrênica, poética e antiliterária, minimalista e abusiva — que reside a grande arte de Caio Fernando Abreu. Graças a ela, a literatura confessional de Caio F. se realiza como síntese de lirismo pessoal e sentimento coletivo.”— MÁRCIA DENSEREste volume da série Caio Fernando Abreu: o essencial traz um panorama único da obra do escritor nos anos 1980. Literariamente mais madura em relação à fase anterior, a produção de Caio nessa década tem uma narrativa mais coesa, além dos questionamentos existenciais, da angústia e da paixão tão marcantes em sua obra."Os dragões não conhecem o paraíso", que abre o volume, reúne 13 contos que representam bem o estilo ao mesmo tempo minimalista e visceral do autor. A obra foi publicada em 1988 e recebeu no ano seguinte o Prêmio Jabuti, promovido pela Câmara Brasileira do Livro, de Melhor Livro de Contos.Crônicas que não foram compiladas em livros por Caio e um surpreendente release do lançamento de uma coletânea de Caetano Veloso vêm em seguida, a par de textos dispersos escritos pelo autor gaúcho em páginas em branco de livros ou papéis avulsos.Para dar um tom ainda mais intimista à obra, uma rica seleção de cartas que Caio enviou aos amigos, aos colegas escritores e à família aparece aqui reunida em ordem cronológica.Por fim, dois depoimentos de Caio à imprensa, dos quais “Sem amor, só a loucura”, de 1984, sintetiza com perfeição a visão de mundo de um dos mais brilhantes escritores brasileiros das últimas décadas: “Estamos vivendo essa noite difícil, mas as pessoas estão procurando o amor, ou enlouquecendo, ou discutindo à espera de um futuro, buscando uma nova ordem para as coisas [...]. O homem não pode se separar da natureza.”

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