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NA VERTIGEM DO DIA



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Sinopse

O ritmo frenético da metrópole e a entrada de Ferreira Gullar na maturidade. Na vertigem do dia foi publicado originalmente em 1980. Trata-se do livro seguinte ao célebre Poema sujo, lançado em 1976. O título é coerente com a trajetória de um poeta para quem a poesia nasce do espanto. A vertigem está no atropelo das coisas, dos ritmos metropolitanos, dos fatos incontroláveis, da memória, dos valores em combate dentro do sujeito. Sofrendo a divisão que se opera entre a necessidade da resistência política à opressão das ditaduras militares — Gullar conheceu por dentro também a do Chile e a da Argentina — e o reconhecimento das pulsões pessoais, a poesia se faz em meio à conciliação entre o gesto revolucionário e o espelho lírico. A edição da Companhia das Letras traz um posfácio inédito de Alcides Villaça.

Sobre o Autor

Ferreira Gullar é o pseudônimo de José Ribamar Ferreira. Poeta, dramaturgo, jornalista, tradutor e crítico de artes plásticas, nasceu no Maranhão, em 1930. Aos 18 anos, trabalhou no Diário de São Luís e, um ano depois, publicou seu primeiro livro, Um Pouco Acima do Chão. Em 1951, trabalhou em revistas como Cruzeiro e Manchete e no Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Gullar lançou o livro Luta Corporal em 1954. Participou do início do concretismo...
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