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EU SOU TREZENTOS: MARIO DE ANDRADE – VIDA E OBRA



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Sinopse

Nos 70 anos da morte de Mário de Andrade, o grande poeta modernista é homenageado em um ensaio biográfico que articula sua vida e obra, mostrando a contribuição do escritor para a formulação de uma nova interpretação do Brasil. Fruto de uma vida de dedicação aos estudos do modernismo, Eu sou trezentos: Mário de Andrade – vida e obra, de Eduardo Jardim, examina a personalidade de um dos principais intelectuais do país a partir de seus poemas, contos, romances, ensaios, entre outras iniciativas do paulistano, nascido em 1893. Assim, o lançamento torna-se o primeiro livro que analisa profundamente a vida e obra de Mário de Andrade, sendo essencial para todos que desejam conhecer a cultura brasileira, a força da Semana de Arte Moderna, de 1922, além das diferentes vertentes artísticas do escritor, poeta, crítico literário, musicista e agitador cultural. O autor do clássico Macunaíma e um dos principais expoentes do movimento modernista tem sua vida dividida em dois momentos na obra: antes e depois de 1937, quando Mário deixa o departamento de cultura de São Paulo e vai para o Rio de Janeiro, onde vive um momento de grande prostração. O escritor e professor Eduardo Jardim dedicou-se às fontes documentais para ler cartas e inéditos, além de apresentar cerca de 50 imagens. O autor: Eduardo Jardim nasceu no Rio de Janeiro em 1948. Seu interesse pelo modernismo surgiu no final dos anos 1960, em uma viagem de estudos fora do país, como se a distância tivesse favorecido uma interrogação sobre a cultura brasileira. No retorno, formou-se em Filosofia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), onde fez também o mestrado, que resultou no livro A brasilidade modernista: sua dimensão filosófica (Graal, 1978). No doutorado, em 1983, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), voltou a examinar, de um ponto de vista filosófico, as teses do modernismo brasileiro. Nos anos seguintes ampliou a investigação sobre o significado do modernism em um estágio de pós-doutorado na Alemanha, em 1987, e no estudo de Hannah Arendt e Octavio Paz, sobre os quais escreveu A duas vozes – Hannah Arendt e Octavio Paz e Hannah Arendt – pensadora da crise e de um novo início. Voltou a tratar do modernismo e especificamente da obra de Mário de Andrade em Limites do Moderno e em A morte do poeta. Por muitos anos, Eduardo Jardim foi professor da PUC-Rio, no Departamento de Filosofia, quando orientou teses e trabalhou em parceria com pesquisadores de História e de Letras.

Detalhes do Produto

    • Ano de Edição: 2015
    • Ano:  2015
    • País de Produção: Brazil
    • Código de Barras:  2001047408253
    • ISBN:  9788567854366

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