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O CAOS INEXORAVEL

CONTO CLÁSSICO DE HORROR



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Sinopse

Muito já foi escrito sobre as delícias e dores do ópio. Os êxtases e horrores descritos por De Quincey e nos Paradis Artificiels de Baudelaire são preservados e interpretados com tal habilidade que ficam imortalizados – o mundo conhece bem a beleza, o terror e o mistério desses domínios obscuros aos quais é transportado o sonhador inspirado. Não obstante tudo o que já foi dito, ninguém jamais ousou perscrutar a natureza das ilusões que são assim imprimidas nas mentes, ou intuir a origem da estrada desconhecida através de cuja extensão exótica e ornamentada o usuário da droga é tão irresistivelmente levado. De Quincey foi chamado de volta até a Ásia, essa terra tomada de sombras nebulosas cuja antiguidade assustadora é tão impressionante que “a imensurável idade da raça e do nome subjuga a sensação de juventude do individuo”, mas além disso ele não ousou ir. Aqueles que ousam ir mais além raramente retornam, e mesmo quando o fazem, são tomados pelo silêncio ou pela loucura. Experimentei o ópio apenas uma vez – no ano da praga, em que os médicos buscavam mitigar sofrimentos que não podiam curar. Ocorreu uma super-dosagem acidental – meu médico estava por demais desgastado de horror e exaustão – e eu viajei de fato bem longe. No fim, voltei e vivi, mas as minhas noites são, desde então, preenchidas por estranhas memórias, e eu nunca mais permiti que me fosse administrada aquela droga novamente. (...)     Sobre o Autor [da Wikipédia]: Howard Phillips Lovecraft (Providence, Rhode Island, 20 de Agosto de 1890 – 15 de Março de 1937) foi um escritor norte-americano celebrizado por obras de fantasia e terror, marcadamente gótico, enquadrados por uma estrutura semelhante à da ficção científica. O princípio orientador literário de Lovecraft era o que ele chamava de "cosmicismo" ou "terror cósmico", a ideia de que a vida é incompreensível à mente humana e que o universo é fundamentalmente alienígena. No início da década de 40, Lovecraft tinha desenvolvido um culto baseado em Cthulhu Mythos, uma série de ficção vagamente interligada com um panteão de entidades anti-humanas, assim como o Necronomicon, um Grimório fictício de ritos mágicos e sabedoria proibida. Os seus trabalhos foram profundamente pessimistas e cínicos, muitas vezes desafiando os valores do Iluminismo, do Romantismo, do Cristianismo e do Humanismo[1][2]. Os protagonistas de Lovecraft eram o oposto do tradicional gnose e misticismo por momentaneamente anteverem o horror da última realidade e do abismo. Era assumidamente conservador e anglófilo, sendo por isso habituais no seu estilo os arcaísmos e a utilização de vocabulário e ortografia marcadamente britânicos - fato que contribui para aumentar a atmosfera de seus contos, pois muitos deles (por exemplo, O caso de Charles Dexter Ward) contêm referências a personagens que viveram antes da independência das 13 Colónias, bem como a estabelecimentos comerciais existentes entre os séculos XVII e XVIII. Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, no entanto sua reputação cresceu com o passar das décadas, e ele agora é considerado um dos escritores de terror mais influentes do século XX. De acordo com Joyce Carol Oates, Lovecraft, como aconteceu com Edgar Allan Poe no século XIX, tem exercido "uma influência incalculável sobre sucessivas gerações de escritores de ficção de horror" [3], Stephen King chamou Lovecraft de "o maior praticante do século XX do conto de horror clássico."

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