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ISBN: ISBN-13: Livro em inglês
Encadernado
1ª Edição
- 2008
384 pág.
In a crowded courtroom in Mississipi, a jury returns a shocking verdict against a chemical company accused of dumping toxic waste into a small town’s water supply, causing the worst 'cancer cluster' in history. The company appeals to the Mississippi Supreme Court, whose nine justices will one day either approve the verdict or reverse it. Who are the nine? How will they vote? Can one be replaced before the case is ultimately decided?
Opinião do Leitor:
Paulo A. Santi / Data: 29/7/2008 Conceito do leitor: | (opine)
Eleição por procuração
O tema do The Appeal é semelhante ao do Dossiê Pelicano, por versar sobre a substituição de juiz da Suprema Corte para atender a interesses de corporação empresarial. Se ignorada a violência física descrita neste último, e inexistente no primeiro, a principal e contraditória diferença entre eles refere-se aos esforços para substituir um juiz liberal por um conservador, no caso do The Appeal, e de um juiz conservador por um juiz liberal na intriga do Dossiê Pelicano. A trama começa pela condenação de uma empresa a um pagamento de elevada indenização, pela morte ocasionada por contaminação do lençol aquático de uma comunidade, e prossegue descrevendo os procedimentos e métodos anteriores à interposição de recurso no Supremo Tribunal do estado. Por indicação de um político, o presidente da empresa contrata um especialista em eleições de juizes para que busque um candidato para a eleição para preenchimento da vaga que irá ocorrer com o fim do mandato de uma juíza. O enredo propriamente dito envolve a seleção de um candidato com as qualidades necessárias para conseguir o suporte dos eleitores do estado, a substância da propaganda eleitoral, que envolve manipulação e até mesmo farsa, como o recurso àquele tribunal de uma sentença que negou consentimento de união civil de um casal gay feita com o exclusivo intuito de poder indispor o eleitorado contra os alegados liberais do tribunal que segundo a propaganda irão reverter a sentença e autorizar aquela união. A livre tradução a seguir de parte do Author’s Note ressalta a principal preocupação do John Grisham: “Enquanto for permitido o uso de recursos privados em eleições para o judiciário observaremos rivalidade de interesses na luta para um assento na corte. Os fundamentos são relativamente comuns. Muitas das facções em luta são adequadamente descritas. As táticas são bastante familiares. Os resultados não estão longe do pretendido.” Acontece que o Autor se limita às eleições para o judiciário, embora sabemos, por experiência própria e por ler o noticiário sobre táticas de eleições em outros países, que as manipulações para iludir a opinião publica, sem mencionar as farsas para depreciar os adversários, são abusivamente praticadas por marqueteiros inescrupulosos em todas as eleições e em todos os níveis dos poderes executivo e legislativo. Simplesmente por este aspecto, em que o entretenimento se alia à educação cívica — embora este não seja absolutamente seu principal atrativo — este é um livro que merece ser lido. Espero ansiosamente pela tradução para o nosso vernáculo para que possa recomenda-lo a um sem número de eleitores que se deixaram enganar por marqueteiros de eleições passadas, com a expectativa de que possam melhor decidir em eleições futuras,
Sobre o autor:
GRISHAM, JOHN Born on February 8, 1955 in Jonesboro, Arkansas, to a construction worker and a homemaker, Grisham as a child dreamed of being a professional baseball player. One day at the Dessoto County courthouse, Grisham overheard the harrowing testimony of a 12-year-old rape victim and was inspired to start a novel exploring what would have happened if the girl's father had murdered her assailants. Grisham spent three years on 'A TIME TO KILL' and finished it in 1987.
That might have put an end to Grisham's hobby. However, he had already begun his next book, and it would quickly turn that hobby into a new full-time career - and spark one of publishing's greatest success stories. The day after Grisham completed 'A TIME TO KILL', he began work on another novel, the story of a hotshot young attorney lured to an apparently perfect law firm that was not what it appeared. When he sold the film rights to 'THE FIRM' to Paramount Pictures for $600,000, Grisham suddenly became a hot property among publishers, and book rights were bought by Doubleday. Spending 47 weeks on The New York Times bestseller list, THE FIRM became the bestselling novel of 1991.
The successes of 'THE PELICAN BRIEF', which hit number one on the New York Times bestseller list, and 'THE CLIENT', which debuted at number one, confirmed Grisham's reputation as the master of the legal thriller. Grisham's success even renewed interest in 'A TIME TO KILL', which was republished in hardcover by Doubleday and then in paperback by Dell. This time around, it was a bestseller.
Since first publishing A TIME TO KILL in 1988, Grisham has written one novel a year (his other books are THE CHAMBER, THE RAINMAKER, THE RUNAWAY JURY, THE PARTNER, and THE STREET LAWYER), and all of them have become bestsellers, leading Publishers Weekly to declare him 'the bestselling novelist of the 90s' in a January 1998 profile. There are currently over 60 million John Grisham books in print worldwide, which have been translated into 29 languages. Six of his novels have been turned into films (The Firm, The Pelican Brief, The Client, A Time to Kill, The Rainmaker, and The Chamber), as was an original screenplay, The Gingerbread Man.
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