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ISBN: ISBN-13: Livro em português
Brochura
- 23 x 16 cm
3ª Edição
- 2001
913 pág.
O autor combina os instrumentos da Sociologia, do Direito, da História e da Ciência Política para elaborar um estudo amplo, que vai desde a colônia até a revolução de 1930. O clientelismo, as dificuldades em separar o patrimônio público dos bens privados, os obstáculos para a construção de um Estado Moderno, baseado nos preceitos legais, são algumas características da realidade que Raymundo Faoro analisa neste livro, em busca de suas origens e especificidades.
Opinião do Leitor:
João Batista Santos / Data: 9/11/2008 Conceito do leitor: | (opine)
As estruturas do poder no Brasil
Recomendo este excelente livro para todos que desejam conhecer a origem, a formação e a forma como se estrutura o poder, desde o surgimento do Reino de Portugal até o Brasil contemporâneo do Século XX. Faoro desenvolve a tese de que em Portugal como no Brasil o Estado sempre foi o centro do poder e da atividade econômica, sendo que sempre um grupo de pessoas se apossou desta estrutura de cargos e controles para dar à este Estado a direção que melhor lhes convém.
Sobre o autor:
FAORO, RAYMUNDO Foi jurista, sociólogo, historiador e cientista político. Formou-se em direito pela então Universidade do Rio Grande do Sul. Em 1951, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou procurador do Estado, cargo em que se aposentou. Lançou 'Os donos do poder' em 1958, pela Editora Globo. Em 1975, publicou 'Machado de Assis – a pirâmide e o trapézio' e, em 1981, 'Assembléia Constituinte – a legitimidade resgatada'. Em 1977, elegeu-se presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, cargo que ocupou até abril de 1979. Em 1994, lançou 'Existe um pensamento político brasileiro?'. Colaborou em revistas e recebeu, entre outros, os prêmios José Veríssimo, da Academia Brasileira de Letras (1959) e Moinho Santista (1978), além da medalha Teixeira de Freitas, do Instituto dos Advogados Brasileiros. Eleito em 2000 para a cadeira número 6 da Academia Brasileira de Letras, faleceu no Rio de Janeiro em 2003.
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