Envio em até 1 dia útil* + prazo do frete (Veja aqui como funciona nossa entrega) Prazo de envio válido somente para pagamento com Cartão de Crédito ou Débito.
Disponibilidade de acordo com a quantidade de produtos em estoque. * Válido para um exemplar. Pedidos em quantidade serão atendidos conforme a disponibilidade de estoque.
Preço R$
ou em até 6x de R$ 4,25
sem juros para pagamentos com o cartão
Livraria Cultura Itaucard e ainda ganhe 255 pontos no programa +cultura
ISBN: ISBN-13: Livro em português
Brochura
1ª Edição
- 1997
167 pág.
Em 'Como um romance' Pennac questiona, através da recriação ficcional do ambiente de uma sala de aula, a razão de os jovens não gostarem de ler. Baseado em suas próprias experiências como professor, ele ensina e aí reside todo o charme do livro - como recuperar nos alunos o gosto pela leitura, um ato esquecido neste fim de século dominado pela comunicação em massa. Acima de tudo, Pennac quer mostrar que o ato de ler é um ato de prazer e não de obrigação.
Opinião do Leitor:
Maria Goreti Amboni Stadtlober / Data: 14/3/2008 Conceito do leitor: | (opine)
o despertar da criatividade
PENNAC, D. Como um romance. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.
O autor conta sua experiência de leitor e revela que uma criança ou jovem se afasta facilmente da leitura de um livro, porque a TV, os videogames, as compras no shopping são mais atraentes. Em seu estilo ao mesmo tempo irônico e poético o autor investiga as chaves para o mundo da leitura neste ensaio em que as imagens fazem brotar sensações em que lê com se fosse fato vivo. Acostumado a ouvir histórias desde a infância tornou-se leitor por fruição e quando a leitura se tornava obrigação para o bom desempenho do programa escolar, a satisfação não era a mesma a ponto de se afastar. O autor contribuiu para que a poesia tivesse lugar como fruição. É o caso da “sociedade dos poetas mortos”. Lendo para seus alunos Pennac foi induzindo-os à leitura de clássicos como Dostoiewski, Tolstoi, Calvino, Garcia Marques, entre outros. Destacava a tecitura da narrativa para que os alunos percebessem o senso estético literário que mostravam. Sua atuação pedagógica era também terapêutica no sentido em que a leitura como fruição pode despertar o indivíduo para a imaginação e às viagens aos mundos insólitos da fantasia. Mestre em “engatilhar citações literárias, referências populares, gíria escolar e outras armadilhas, de que se serve como um alquimista”. (Nota da tradutora). O livro está dividido em 4 partes: na primeira o autor discorre sobre o nascimento do alquimista: “não se fará nunca um menino entender que a noite fica bem no meio de uma história cativante, não se fará jamais que ele entenda por uma demonstração só para ele mesmo, que é preciso interromper sua leitura e ir se deitar”. É Kafka quem diz isso, no seu diário, o pequeno Franz, cujo pai teria preferido que ele passasse todas as noites de sua vida a fazer contas”. Na segunda parte o autor discorre sobre o dogma da necessidade de ler imposto pela escola: “Casa vazia, pais deitados, televisão apagada, então ele se encontra só... diante da página 48. E essa “ficha de leitura” para apresentar amanhã... Amanhã...” Rápido cálculo mental: 446 – 48 398 – Trezentos e noventa e oito páginas a engolir durante a noite! Na terceira parte: Dar a ler o autor discorre sobre o estado emocional dos colegas que liam por obrigação do sistema. “Não tenho base”, “não tenho memória”, “não tenho palavras”, alunos acabados. Faz em cada capítulo uma reflexão abundante em citações que encorajam o futuro professor ou o leitor sobre o direito de não ler, de pular páginas, de calar, etc. Que se segue na quarta parte desenvolvendo cada um dos temas fazendo citações e referências a diversos clássicos da literatura com detalhes nunca antes articulados em obras literárias. Na quarta parte o autor comenta a respeito dos direitos do leitor. Uma obra sem dúvida, considerada referência a todo professor engajado no processo educacional interativo e significativo.
Marta Pinto / Data: 27/3/2006 Conceito do leitor: | (opine)
Um canto de amor
Este é um livro que trata do amor aos livros e leitura.
PENNAC, DANIEL Filho de um oficial colonial francês, Daniel Pennac nasceu em Casablanca, Marrocos, em 1944, a bordo de um navio. É professor de Francês em uma escola em Paris. A vocação de escritor apareceu a partir de 1973 com o ensaio Le service militaire, au service de qui? e obras infanto-juvenis. Entre seus romances estão Père Noel, Les enfants de Yalta e Como um romance, mas o grande sucesso chegou com a saga de Benjamim Malaussène - O paraíso dos ogros, La fée carabine, A pequena vendedora de prosa (vencedor do prêmio Inter do Livro de 1990), Senhor Malaussène e Frutos da paixão. Notabilizado tanto pelo público como pela crítica, viu seus livros rapidamente transformarem-se em best-sellers.
ATENÇÃO
Os pedidos deste catálogo estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação.
Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque da Livraria Cultura e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores).
Agora você pode participar do nosso site inserindo seus vídeos, suas imagens e links para seu blog ou website.
Clique nos ícones abaixo e participe!
Até o momento, nenhuma tag foi atribuída a este produto.
Para atribuir suas Tags para este produto,
clique aqui
e faça seu login.