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ISBN: ISBN-13: Livro em português
Brochura
- 14 x 21 cm
1ª Edição
- 2002
448 pág.
Por não entender o mundo adulto da paixão e da sexualidade, Briony Tallis, uma menina inocente que sonha ser escritora, acusa injustamente seu irmão de criação. Drama psicológico que tem como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial e as tensões de classe da sociedade britânica.
Opinião do Leitor:
Bruno / Data: 17/4/2009 Conceito do leitor: | (opine)
obra-prima
achei curioso o comentário de que a parte final do livro não foi satisfatória, quando na minha opinião, é ali que se amarra toda a maestria desta obra-prima. também achei interessante o comentário de que a segunda parte do livro seja a mais instigante, quando, para mim, foi a menos brilhante. é muito legal ver quando uma mesma obra assume significados distintos pra pessoas diferentes. de qualquer forma, acho difícil alguém ficar indiferente a esse livro e à compaixão do autor para com a essência humana.
Fernando de Souza Costa / Data: 16/4/2009 Conceito do leitor: | (opine)
Começa como obra prima, mas deixa um gosto amargo no final
A primeira parte do livro é extraordinária. O autor se esmera na descrição dos detalhes de cada cenário e na caracterização dos personagens. Também é muito interessante quando ele descreve uma mesma cena sob o olhar de diferentes personagens. Pena que o autor não conseguiu manter o ritmo nas partes dois e três. Além disso, a arremate da trama, do meu ponto de vista, não foi satisfatório.
Juliana / Data: 3/2/2009 Conceito do leitor: | (opine)
Maravilhoso!
Ainda não terminei, mas já o adoro! É daqueles livros pelos quais queremos voltar correndo para casa para ler!
Jornal do Commercio (PE) /
Data: 15/1/2008 Um Guia para Ian McEwan
A pior coisa que alguém pode dizer é, em tom de reclamação nostálgica que “minha vida daria um romance”. Um romance, nada mais é que uma maneira de se contar uma história, como Paulo Mendes Campos já sabiamente apontou numa crônica. Pois é a idéia de que a vida é uma narração, em que sempre escolhemos algum ângulo para estragar ou melhorar a trama principal, que Ian McEwan tratou no seu romance mais premiado,"Reparação". A adaptação do romance, que está em cartaz com o título "Desejo e Reparação", foi acompanhada pelo próprio McEwan. Como acontece com muitos autores depois de uma obra-prima, ele ainda não se recuperou do impacto que esse título teve na sua carreira (ampliado agora com o sucesso do longa). McEwan veio em seguida com o confuso "Sábado", que refletia suas preocupações políticas, infladas durante a Guerra do Iraque. Seu enredo retomava um tema caro à literatura moderna: contar a vida de um homem durante 24 horas. Mas o resultado ficou aquém do esperado e, pela primeira vez, McEwari sofreu críticas negativas. O autor recuperou um pouco da maestria com "Na praia". lançado ano passado. Mas ainda assim é possível perceber que ele ainda se sente intimidado com a força de "Reparação". "Na praia" é um livro menor, uma novela com tramas e riscos reduzidos Sua faísca de genialidade estava presente, mas ainda de forma tímida. Quem se interessou em conhecer mais de McEwan após assistir "Desejo e reparação", aqui vai uma lista com o melhor dele, que você pode encontrar nas livrarias brasileiras: "Reparação" (obviamente,..); "O Inocente" (também adaptado para o cinema e perfeito em mostrar como o autor sabe se livrar de um personagem): "Ao-deus-dará" (novela onde autor mostra as diferenças entre tunsta e vialante); "Amor sem fim" (dá até para rimar a trama. a obsessão depois daquele balão): e "Na praia" (manual de corno as coisas se resoMam num mundo pré-revolução sexual). Schneider Carpeggiani
MCEWAN, IAN Nascido em 1948, Ian McEwan é considerado um dos grandes nomes da nova geração de autores britânicos. Sua produção vai de contos e romances a roteiros cinematográficos. Ele escreveu ''O inocente'' (adaptado para o cinema com direção do inglês John Schlesinger e estrelado por Anthony Hopkins e Isabella Rosselini), ''Cães negros'', ''O jardim de cimento'', ''Ao deus-dará'', ''A criança no tempo'', ''O sonhador'', ''Primeiro amor'', ''Último sacramento & Entre lençóis'' e ''Amor para sempre''.
BRITTO, PAULO HENRIQUES Nasceu no Rio de Janeiro, em 1951. Professor e tradutor, estreou como poeta em 1982, com Liturgia da matéria. Em 1997 ganhou o prêmio da Fundação Biblioteca Nacional. Já traduziu obras de Henry James, Elisabeth Bishop, Salman Rushdie, entre outros. Obras publicadas: Liturgia da matéria. Rio de Janeiro, 1982.
Mínima lírica. Coleção Claro Enigma. São Paulo, 1989.
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