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ISBN-13:
Livro em português
Brochura
1ª Edição
- 1999
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O dono e os freqüentadores de um bar em Ipanema fincaram na calçada a seguinte 'placa de trânsito' - Cuidado - Travessia de Bêbados. E Tom Jobim dizia que o Brasil não seria feliz enquanto todos não pudessem morar em Ipanema. Ruy Castro - dono do que se conhece como 'humor tipicamente carioca' - montou esta enciclopédia com 231 perfis de pessoas, lugares e instituições que explicam como e por que Ipanema fez escola e entrou para a história. Cada perfil é uma leitura completa e representa um pouco do mito que Ipanema se tornou. Ruy Castro mostra que o mito tem razão de ser. Nessa estreita faixa de terra do litoral carioca 'produziu-se a maior quantidade de cronistas, poetas, romancistas, designers, arquitetos, cartunistas, artistas plásticos, compositores, cantores, jornalistas, fotógrafos, cineastas, dramaturgos, roteiristas, cenógrafos, figurinistas, atores, diretores de TV, modelos, estilistas de moda e esportistas de que se tem notícia no Brasil'. Pelo menos de 1910 a 1970, essa 'província de cosmopolitas' influiu decisivamente na cultura brasileira, mas foi nos anos 50 e 60 que brotou a 'República de Ipanema'. Muitos de seus habitantes ou freqüentadores tornaram-se estrelas reconhecidas em todo o Brasil. A fama do bairro, entretanto, não veio apenas deles. Veio de um fascinante clima cultural alimentado por homens e mulheres, jovens e velhos, pescadores e boêmios quase anônimos. Dessa mistura nasceu o mito que Ruy Castro descreve em 'Ela é carioca'.
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Saiu na Imprensa:
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Data: 23/5/2000
ELA E CARIOCA
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Sobre o autor:
CASTRO, RUY Ruy Castro (1948) é autor de ‘Estrela Solitária - Um brasileiro chamado Garrincha’ (1995), ‘O Anjo Pornográfico - A vida de Nelson Rodrigues’(1992), ‘Chega de saudade - A história e as histórias da Bossa Nova’ (1990), ‘Saudades do século 20’ e de três antologias de frases venenosas e engraçadas - ‘O melhor do mau humor’, ‘O amor de mau humor’ e ‘O poder de mau humor’. Seus livros ‘Chega de saudade’, ‘O anjo pornográfico’, ‘Estrela solitária’ e ‘Ela é carioca’ (1999) ajudaram a redefinir gêneros como a biografia e o levantamento histórico de um lugar ou época. Outros, como ‘A onda que se ergueu no mar’ (2001) e ‘Carnaval no fogo’ (2003), caminham pela fronteira entre a crônica, com todas as liberdades que ela permite, e o ensaio, muito mais rigoroso. Para o público jovem, Ruy escreveu o romance ‘Bilac vê estrelas’ (2000) e a novela ‘O pai que era mãe’ (2001). É também autor de ‘Saudades do século 20’ (1994), sobre treze das figuras mais amadas do show business da época. Todos pela Companhia das Letras. Em outras editoras, publicou ‘Amestrando orgasmos’ (objetiva, 2004), de crônicas de humor, e ‘Flamengo’ (ediouro, 2004), uma história do seu clube de coração. Também traduziu e adaptou os clássicos de ‘Frankenstein’, de Mary Shelley, e ‘Alice no país das maravilhas’, de Lewis Carroll. Além disso, é jornalista com vasta passagem pela imprensa carioca e paulistana.
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