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ISBN: ISBN-13: Livro em português
Brochura
1ª Edição
- 2008
Esta revista aborda temas diversos, como comportamento, filosofia, literatura e arte, além de analisar situações e fatos que mantenham interesse a longo prazo. Este volume conta com as contribuições de Gilberto de Mello Kujawski, Carlos Felipe Moisés, Bernardo Aizenberg, Renato José de Moraes, Ivo Barroso, Leandro Oliveira, Nicolau Cavalcanti, Bruno Garschagen, Júlio Lemos, Rodrigo Garcia Duarte, Pedro Sette Câmara, Marcelo Ferlin Assami, Marcelo Consentino, Érico Nogueira, Roberto Minczuc, Martim Vasques da Cunha, entre outros.
Opinião do Leitor:
Caio Haim / Data: 25/3/2009 Conceito do leitor: | (opine)
Exeletente!!!
Realmente como diz o outro leitor eles conseguiram! A revista esta muito mais bacana de ler! Sem contar as gravuras! Parabéns!
claudio / Data: 14/1/2009 Conceito do leitor: | (opine)
Superaram minhas expectativas
Conseguiram os autores da Dicta & Contradicta algo impossível: fizeram-me ler mais do que havia lido no primeiro volume.
Realmente está muito boa a revista. Recomendo a leitura.
Saiu na Imprensa:
O Estado de S. Paulo /
Data: 7/12/2008 Um não ao homem que vegeta
O exemplo atrai mais do que a ideologia. Essa é a constatação de Massimo Borghesi em O Mundo Após A Crise das Utopias, palestra pronunciada no Instituo Internacional de Ciências Sociais, em outubro, e publicada pela Dicta&Contradicta (edição 2, 218 págs.). Professor de Filosofia da Universidade de Perugia, Borghesi analisa o que resta de dois anos fundamentais - 1968 e 1989.
Embora Borghesi fale da necessidade da volta da religião a um mundo como o atual, onde se realiza “o cinismo em massa”, suas reflexões sobre o resgate dos símbolos a uma vida esvaziada do seu sentido sagrado se perdem num beco escuro. É sabido que, nas condições vigentes, a vida que se leva é a que vegeta e não a que se afirma.
Borghesi diz que os eventos europeus de 68 são reflexo do que ocorria nos anos 60 nos EUA, como a oposição à guerra do Vietnã. Ao suceder o cristianismo, o marxismo originaria a rebeldia - apostava-se na violência contra os poderes instituídos e a solidariedade cristã.
A culpa pelo desencanto atual acharia explicação no uso vão da força por quem acreditou na utopia da liberdade, segundo Borghesi. A queda do Muro de Berlim, depois de reveladas as atrocidades do stalinismo, daria musculatura à ideologia do fim da história. Não adianta evocar Jürgen Habermas, como fez Borghesi, para dizer que “o pensamento laico democrático” deve considerar “a dimensão religiosa” para reconstituir a solidariedade perdida, elemento fundamental ao exercício da democracia. “O cristianismo corresponde às exigências do tempo sem, no entanto, conformar-se a ele.” Será?
No fim do século 19, Friedrich Nietzsche afirmava que o homem é capaz de ser dono de si mesmo. O desejo de estabilidade teria uma face anti-humana. Não era mais preciso algo maior como Deus. O valor simbólico precisa, de fato, ser recuperado. Mas não para manter engessados os valores de uma civilização burguesa e cristã que tenta inutilmente conter as contradições humanas. O exemplo pertence ao futuro criado pelo homem que se liberta.
Sobre o autor:
BARROSO, IVO Ivo Barroso é Formado em Direito e em Línguas e Literaturas Neolatinas. Foi assistente do Editor das enciclopédias Delta-Larousse, Mirador e Século XX. Também exerceu a função de editor do Suplemento Literário do e da revista Senhor. Atualmente ocupa o cargo de editor-adjunto da revista Poesia Sempre da Biblioteca Nacional. Publicou mais de 30 traduções importantes.
MORAES, RENATO JOSE DE Renato José de Moraes é Mestre em direito processual civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e advogado.
ROSSI, FABIO DANESI Fabio Danesi Rossi nasceu em São Paulo em 1974. É formado em Propaganda e Marketing pela ESPM. Foi colaborador da Folha de S. Paulo, assessor de imprensa da APAE e colunista do site Digestivo Cultural. Atualmente escreve sitcoms para a produtora americana Picante Pictures e mantém o blog FDR (fdr.wunderblogs.com), que tem uma seleção de posts publicada na recém-lançada coletânea wunderblogs.com (Editora Barracuda, 2004).
AJZENBERG, BERNARDO Bernardo Ajzenberg nasceu em São Paulo em 1959 e exerce a profissão de jornalista desde 1976, já tendo passado por publicações de renome como o jornal Gazeta Mercantil e a revista Veja. Trabalhou na Folha de S. Paulo exercendo a função de ombudsman do jornal. Atualmente o jornalista trabalha na área de projetos culturais do Unibanco. Investindo na carreira de escritor desde os anos 1980, Ajzenberg publicou Carreiras cortadas (1989), Efeito suspensório (1993) e Goldstein & Camargo (1994). Seu maior sucesso é Variações Goldman (1998), publicado pela Rocco.
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