Livraria Cultura
 
Cesta de Compras 47 itens R$ 3.276,30
DVDs CDs Games Hotsites Eventos
Busca

Breve Historia De Quase Tudo

Conceito do Leitor: Conceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do Leitor | (opine)
Autor: BRYSON, BILL
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS
Assunto: CIÊNCIAS/FILOSOFIA E HISTÓRIA

Clique e veja as localidades, horários e condições.
Disponibilidade de acordo com a quantidade de produtos em estoque.

Preço R$ 
em até 3x de R$ 20,67
sem juros no cartão


Comprar

Ficha Técnica Saiu na ImprensaOpiniao do LeitorSobre o Autor

ISBN: 
ISBN-13: 
Livro em português
Brochura
1ª Edição - 2005

544 pág.
Sinopse

Ao constatar que ignorava o porquê dos oceanos serem salgados, o renomado escritor e cronista Bill Bryson percebeu, com certo desagrado, que tinha pouquíssimo conhecimento sobre o planeta em que vivia. A indagação o propeliu à tarefa épica de entender - e explicar - tudo o que sabemos sobre o mundo. Bryson parte da origem do universo e segue até os dias de hoje, tratando de assuntos relacionados à física, geologia, paleontologia e todas as outras disciplinas que considerava 'maçantes' na escola. Antítese do texto didático tradicional, sua prosa foge dos jargões técnicos sem nunca abrir mão da profundidade. A preocupação do autor está em entender como os cientistas realizam suas descobertas. Para compilar esta 'Breve história de quase tudo', Bryson consultou dezenas de obras e pesquisadores e montou o que pode ser considerado um guia de viagens pela ciência.
Blog da Cultura 1 post relacionado a este produto.
ver post
Opinião do Leitor:

Alexandre Sagnori  /  Data:  6/11/2009
Conceito do leitor:  Conceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do Leitor | (opine)

Ótima referência para o conhecimento da história da ciência.
De leitura agradável, o livro apresenta de forma simples e bem humorada os bastidores da ciência ao longo do tempo. Resultado de uma pesquisa apaixonada do autor pelo assunto.


Andre  /  Data:  10/4/2009
Conceito do leitor:  Conceito do LeitorConceito do LeitorConceito do Leitor | (opine)

um pouco pretensioso
o livro eh destinado a quem consome cultura de massa, pois, conforme o proprio autor relata, foi escrito em 3 anos apenas.
assim, a ideia de escrever sobre a historia da terra eh realizada sem o rigor cientifico que o assunto merece.
excelente pra quem le a revista veja e gosta de aprender algo novo rapida e superficialmente apenas para ter algo impactante a dizer na mesa do barzinho.
os pontos fortes do livro sao a linguagem acessivel e a boa encadernacao.


Luis Eduardo Marcondes Machado  /  Data:  3/3/2006
Conceito do leitor:  Conceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do LeitorConceito do Leitor | (opine)

Leitura Agradável
Em Breve História de Quase Tudo, Bill Bryson leva-nos a um passeio que começa no ''Big Bang'', e chega até estes nossos dias de evolução e DNA. O texto é de leitura fácil, com poucos tecnicismos - não é preciso grande familiaridade com os temas abordados. O autor situa muito bem a época e costumes de cada assunto abordado, o que contribui para o leitor perceba quão importante foi cada descoberta ou proposição teórica apresentada na época. Uma boa leitura, principalmente para quem está começando na história da ciência.

Saiu na Imprensa:

O Estado de S. Paulo  /   Data: 12/2/2006
A frágil origem da espécie humana
Bill Bryson faz sucesso também no Brasil com resumo eficaz e bem-humorado das descobertas científicas

Daniel Piza

O sucesso de alguns livros que tratam de temas complicados se deve muitas vezes a fatores relativamente externos a eles. A venda de Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking (e agora de sua continuação, Uma Nova História do Tempo, em parceria com Leonard Mlodinow), pode ser em boa parte explicada pela atração por sua interessantíssima figura, o físico genial que é deficiente físico, e também por alguns de seus conceitos, sua visão de um "mistério essencial" no cosmos. Já Breve História de Quase Tudo , de Bill Bryson , que vendeu centenas de milhares de exemplares nos EUA e na Inglaterra e também tem aparecido na lista dos mais vendidos no Brasil, não pode ser explicado por nenhuma personalidade ou teoria, apenas pelo livro em si. Não se veja aqui um juízo de valor, afinal Hawking vai muito mais a fundo, sem deixar que a linguagem fique confusa; seu livro é complexo, não complicado. O que tem feito o sucesso de Bryson é, por sua vez, a simplicidade e o charme raríssimos de sua escrita, que tampouco banaliza conceitos.

Bryson é um jornalista americano de 55 anos, que viveu durante muito tempo na Inglaterra, e não tem formação científica. Seus livros de viagem pelo país natal, dois dos quais foram traduzidos no Brasil, e um sobre a língua inglesa, Mother Tongue , são seus trabalhos mais conhecidos. Ou seja, não se trata de um sujeito exatamente famoso ou especialista. Mas disso é que extrai seu primeiro trunfo: ele confessadamente decidiu escrever Breve História de Quase Tudo a partir de sua ignorância. Estava sobrevoando o oceano em uma de suas incontáveis viagens quando se deu conta de que não entendia uma série de fenômenos naturais, como o motivo de a água do mar ser salgada; também não compreendia por que os cientistas não conseguem prever bem as chuvas e os terremotos. Durante três anos se pôs a pesquisar. E escreveu um livro que, embora o título soe pretensioso, tem mais ênfase em "breve" que em "tudo".

Seu segundo trunfo: não limitou sua pesquisa a uma área apenas. Geologia, biologia, física, química, antropologia - suas perguntas não raro convocavam respostas de todas as áreas. Leu os principais cientistas escritores dos últimos 30 anos, gente como Isaac Asimov e Carl Sagan, Bertrand Russell e Richard Feynman, Stephen Jay Gould e Richard Dawkins, Francis Crick e Jared Diamond, Freeman Dyson e Oliver Sacks, além de Hawking e jornalistas da área como John Gribbin, Matt Ridley e Dennis Overbye, entre muitos outros. Tudo isso - e este é seu terceiro e maior trunfo - ele leva para seu texto com leveza e humor, livre de notas de rodapé, apostando na pegada narrativa. Claro, não lança luzes sobre seus assuntos. Mas aí seria pedir demais.

Num tempo em que as escolas parecem desinteressantes para alunos cada vez mais distraídos e ajudados por recursos como a internet, o sucesso do livro de Bryson é importante. Para países como o Brasil, onde a dificuldade para lidar com as ciências naturais data de gerações, tem mais relevância ainda. Bryson comunica um prazer com o conhecimento que é raro encontrar em nossos professores. Seu fascínio é pela engenhosidade da natureza, pelas belezas e sutilezas de suas características e comportamentos. Evita o tom professoral, solene, mas não distorce ou moraliza os conceitos para bajular o leitor - o que também raramente se entende.

Bryson adota um método eficiente para conduzir o leitor. Os personagens históricos - Galileu, Copérnico, Newton, Darwin, Lyell, Mendel, Einstein, etc. - vão surgindo em perfis e experimentos; e a cronologia é sempre referida, mas ele a quebra constantemente. Na primeira parte, "Perdidos no cosmo", descreve o universo, o sistema solar e teorias como o Big Bang e abre, por exemplo, parágrafos para as imagens recém-obtidas de supernovas, explosões resultantes do colapso de estrelas de nêutrons. Na segunda parte, prossegue com a noção de que o universo é um local solitário, onde nossa vida é uma probabilidade remota, para descrever a revolução que foi a descoberta das diversas camadas geológicas da Terra, muito mais antiga do que se pensava até o século 19, e com isso introduzir a química e seus elementos.

A terceira parte, sobre a física moderna, é satisfatória, embora passe muito rapidamente por assuntos difíceis como a física de partículas. Bryson explica bem o caráter "antiintuitivo" de teorias como a Relatividade e a quântica e aproveita para derrubar clichês como "tudo é relativo" e as leituras esotéricas da incerteza subatômica. Usa analogias eficazes, ainda que a maioria não seja de sua autoria: "O elétron não voa em torno do núcleo como um planeta ao redor do Sol; ele assume o aspecto mais amorfo de uma nuvem." O tom bem-humorado dá apoio freqüente: "Hoje em dia, os aceleradores (de partículas) têm nomes que soam como alguma arma das aventuras de Flash Gordon: o supersíncroton de prótons, (...) o grande colisor de hádrons (...)", etc. Ou então, na quarta parte, quando comenta as especulações a respeito da extinção dos dinossauros: "A boa notícia é que é muito difícil extinguir uma espécie. A má notícia é que não podemos nos fiar na boa notícia".

Mas é na quinta parte, sobre a vida na Terra, que o livro tem seus melhores momentos. Há até um sabor reflexivo nas descrições engraçadas de Bryson. "O universo é um lugar surpreendentemente instável e agitado, e nossa existência nele é um milagre", observa. "Se uma longa e inimaginavelmente complexa seqüência de eventos, retrocedendo até uns 4,6 bilhões de anos atrás, não tivesse se desenrolado de uma maneira específica em determinados momentos - se, tomando um caso óbvio, os dinossauros não tivessem sido exterminados por um meteoro naquela época exata -, é bem capaz que você tivesse poucos centímetros de comprimento, longos bigodes e uma cauda, e estivesse lendo isto em uma toca." Esse esforço de trazer o aprendizado para a realidade imediata do leitor se manifesta também em críticas irônicas, como quando ele diz que ciclos de aquecimento do planeta aconteceram no passado, como está acontecendo agora, mas que levaram "apenas" 60 mil anos para voltar à estabilidade.

Para dar um último exemplo da técnica expositiva de Bryson, eis como ele explica o risco e a importância do momento em que os hominídeos passaram a andar sobre dois pés. A pélvis foi reformulada para sustentar mais peso, o que levou ao estreitamento do canal vaginal. Daí a dor no parto humano e a necessidade de o bebê nascer enquanto seu cérebro é pequeno - enquanto ele ainda é uma criatura indefesa. "Isso requer que a criança receba cuidados por um longo tempo, o que, por sua vez, implica uma união sólida entre macho e fêmea", completa Bryson, indicando como a cultura surgiu onde a natureza se diferenciou. Agora, leitor, seja um pai cuidadoso e compre esse livro para seus filhos.

Sobre o autor:

BRYSON, BILL
Nasceu em Des Moines, Iowa, em 1951. Mudou-se para a Inglaterra em 1977 e recentemente voltou para os Estados Unidos. Escreveu vários livros de viagem, como The lost continent, Neither here nor there e Notes from a small island, além de dois sobre a língua inglesa (Mother tongue e Made in America) e a coletânea de crônicas Notes from a big country.


Compras relacionadas

Quem comprou este item também comprou:

Voltar
CODIGO DA VINCI, O
CAÇADOR DE PIPAS, O
QUASE TUDO
QUANDO NIETZSCHE CHOROU
MEMORIA DE MINHAS PUTAS TRISTES
INTERMITENCIAS DA MORTE, AS
COMO VENCER UM DEBATE SEM PRECISAR TER RAZAO
MONGE E O EXECUTIVO, O
VALOR DO AMANHA, O
LIVREIRO DE CABUL, O
(livro) (livro) (livro) (livro) (livro) (livro) (livro) (livro) (livro) (livro)
Avançar
ATENÇÃO
Os pedidos deste catálogo estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação.
Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque da Livraria Cultura e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores).

Agora você pode participar do nosso site inserindo seus vídeos, suas imagens e links para seu blog ou website. Clique nos ícones abaixo e participe!

Envie sua imagem relacionada
Envie seu vídeo relacionado
Envie seu link relacionado

Tags deste produto O que é isso?

Clique nas opções abaixo para atribuir Tags do produto às minhas Tags.


Minhas Tags deste produto O que é isso?

Para atribuir suas Tags para este produto, clique aqui e faça seu login.


Tagas mais populares da Cultura O que é isso?
Buscar Tags em todos os produtos


   Últimos itens visualizados

Home | Direito de propriedade | Dúvidas (FAQ) | Quem somos | Nossas lojas | Suas compras | Frete | Fale conosco | Imprensa | Recursos Humanos | Seção - Livros | Gêneros - Filmes | Estilos - Músicas
São Paulo - Conjunto Nacional - 11 3170 4033 São Paulo - Shopping Villa Lobos - 11 3024 3599 São Paulo - Market Place Shopping Center - 11 3474 4033 São Paulo - Bourbon Shopping São Paulo - 11 3868 5100 São Paulo - Villa Daslu - 11 3170 4058


Porto Alegre - Bourbon Shopping Country - 51 3028 4033 Recife - Paço Alfândega - 81 2102 4033 Brasília - CasaPark Shopping Center - 61 3410 4033 Campinas - Shopping Center Iguatemi - 19 3751 4033
TrustSign Ebit Loja DiamanteInternet Segura Webboom RSS