ISBN: ISBN-13: Livro em português
Encadernado
1ª Edição
- 1997
3612 pág.
Todos os romances, contos, poesia, crônicas e críticas do escritor, reunidos nesses 3 volumes em papel bíblia com organização de Afrânio Coutinho, entremeados por textos críticos de J. Galante de Souza, Manuel Bandeira e Tristão de Ataide.
Opinião do Leitor:
Adelvan Oliverio / Data: 13/11/2008 Conceito do leitor: | (opine)
leitura obrigatória
os textos de Machado de Assis descrevem muito do contexto político e social de outrora, e , nesse ponto, sua importância já se faria inolvidável. contudo, são os personagens e a forma como ele os descreve que o que mais chama a atenção de qualquer leitor apaixonado pela estética da criação e descrição. somando estes dois fatores já teríamos justificativa para dedicar tempo e atenção a estas leituras que são parte inquestionável da nossa cultura. o que deixa a desejar, de certa forma, é a limitação que a editora teve de contornar em compilar em apenas 3 volumes milhares de páginas, mas este é um preço que se paga de bom grado.
Machado de Assis é leitura obrigatória, constante dentre qualquer boa lista de clássicos da literatura mundial
Wander Cortezzi / Data: 20/8/2008 Conceito do leitor: | (opine)
Gênio insuperável
Machado surpreende a cada releitura de sua obra: começo a ler de novo seus romances pela segunda vez e descubro um escritor para nosso tempo. Morto em 1908 sua obra é perene, um mestre da língua portuguesa e ao esmiuçar o psiquismo humano com seus personagens, desde Félix e Cecília de Ressureição até Memorial de Aires, o que se vê ? Um gênio que até hoje não encontrou sucedâneo em nossa literatura.
Sobre o autor:
MACHADO DE ASSIS Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro, em 1839. Bisneto de escravos, aos dez anos perdeu a mãe e, aos doze, o pai. Trabalhou inicialmente como aprendiz de tipógrafo e revisor. Depois exerceu as atividades de jornalista, autor de peças, tradutor e crítico teatral. A partir de 1867, começou a ascender na carreira burocrática e também firmou seu nome na literatura. Escreveu contos, romances, poemas, crônicas e ensaios. No final do século XIX, já era considerado o maior escritor do país. Morreu em 1908, depois de fundar a Academia Brasileira de Letras, da qual foi presidente. Principais obras - A mão e a luva (1874); Iaiá Garcia (1878); Memórias póstumas de Brás Cubas (1881); Quincas Borba (1892); Dom Casmurro (1900); Esaú e Jacó (1904); Memorial de Aires (1908).
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