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CASA DOS BUDAS DITOSOS, A - LUXURIA

Formato: Livro

Coleção: PLENOS PECADOS

Autor: RIBEIRO, JOAO UBALDO

Idioma: PORTUGUES

Editora: OBJETIVA

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES

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Especificações Tecnicas

ISBN:

ISBN-13:

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Edição:

Ano de Lançamento: 1999

Número de páginas: 163

Sinopse

Depois da Gula (Luis Fernando Verissimo), da Ira (por José Roberto Torero) e da Inveja (por Zuenir Ventura), chega agora a vez de João Ubaldo escrever sobre a luxúria na coleção 'Plenos Pecados'. O livro traz a história de CLB, uma mulher de 68 anos, nascida na Bahia e residente no Rio de Janeiro, que jamais se furtou a viver - com todo o prazer e sem respingos de culpa - as infinitas possibilidades do sexo. Seriam as memórias desta senhora devassa e libertina um relato verídico? Ou tudo não passa de uma brincadeira do autor?

  • 20 Opiniões:

    Opine
  • 20/03/2011

    claudia li

    Quero deseja meus parabens este livro é maravilhoso, espero q venha muito mais

  • 30/11/2010

    Júnior Ximenes

    Eu sou suspeito para falar, já li esse livro 12 vezes. Isso mesmo!!! 12 vezes. É uma obra que faz, nos conhecermos melhor e, quebrar algumas barreiras exitentes, impostas pela sociedade. É magnífico!!! Leiam Vocês vão amar !!!

  • 26/07/2009

    Cristiano Fretta

    Para um leitor desavisado a obra pode ser resumida em uma palavra: sexo. No entanto muitas questões preementes surgem por detrás da aparente simplicidade do texto. Entre elas destacaria algumas: a passagem do tempo, a relativização dos preceitos ortodoxos da sociedade, uma brutal análise da hipocrisia sexual e, homossexualidade, e, acima de tudo, uma filosofia de vida. Recomendo profundamente. É uma boa leitura!

  • 10/06/2008

    Bruna Maculan

    Como é dito, sua vida sexual a partir desta obra será revista e repensada.Uma grande quebra de paradigmas.

  • 12/12/2004

    João Pace

    Este livro do mestre João Ubaldo Ribeiro é ótimo.Detestei
    "A Ira", de José Roberto Torero, e a nota que dou para os outros livros desta coleção é regular.Mais este livro enterra-Na minha opinião-Enterra o mau gosto do humor dos seu antecessores.E ,para quem gostou do livro, recomendo-Só para quem gostou-Ver a versão do teatro com Fernanda Torres, que é até melhor que o livro.Recomrndo este livro
    a todas as pessoas estressadas e de mau-humor.E Também a todos.

  • 21/04/2002

    Elton Becker

    Para nós que rompemos com pecado, eis o testemunho de uma consciência que não acusa nem escusa. &(8220;Não seria tão bom seu eu seguisse as prescrições, mas eu não dou a menor importância a quase nenhuma delas, ajo como sempre agi minha vida toda. Blasfemo nada, até agradeço. Faço tudo que der na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra a luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer. E eu fiz o que Ele me criou para fazer, [...] Deus me terá em Sua Glória e sei que Ele está agora rindo&(8221;.
    Seus relatos, suas experiências sexuais (de)liberadas, libertinas, acentuam o desafio do escritor. João Ubaldo Ribeiro, na busca de nossa linguagem, do nosso fabulário, dos nossos valores próprios, criou uma velha suja cujo mundo da sacanagem é tudo. Tudo agora e tudo é sempre. O livro não se amarra num enredo habitual, o eixo de leitura é o curso da vida de uma senhora que conversa a um gravador desdobrando as dobras da sua memória, com todos os dons. Vezes sugerido, vezes explícito, o erotismo tem resposta imediata: sexual e literária.
    Enquanto a velha seduz desperta a narrativa. O João tira a pornografia da clandestinidade, excluída que é, às vezes, da literatura. &(8220;A Casa dos Budas Ditosos&(8221; é uma volta ao mundo do erotismo, conduzida com habilidade, leveza, elegância, ação e força. Um belo texto em que a oralidade da fala não se perde na escrita, tem a mesma velocidade, a mudança repentina de assuntos comuns a quaisquer conversas, afinal ela, a velha, que não tem nada de senil, está falando com um gravador, alguém que grava, ainda mesmo e porque &(8220;é impossível escrever sobre sexo. Falando, fica mais natural&(8221;.
    Uma obra de indiscutível valor cujo pecado mais grave é deixar de lê-la (pecado da omissão), é uma recreação honesta que não macula a consciência (pecado habitual) nem mata espiritualmente o homem (pecado mortal) embora, enquanto ao sexo, os franceses o chamem de petite mort - &(8220;une once de sperm perdue fatigue plus que trois litres de sang&(8221;. Depois de tudo, então, poderemos ficar como Safo diante de Atis, deitados e ainda e sempre desejantes.
    Uma vez perguntaram ao ator e diretor Woody Allen se achava o sexo sujo, &(8220;claro&(8221; &(8212; disse ele &(8212;, &(8220;desde que feito corretamente&(8221;.

  • 30/01/2002

    Gizele dos Reis Antunes

    É impressionante como certos valores são distorcidos neste livro . Valores como a fidelidade e o heterosexualismo são vistos como atraso . A vida da personagem é resumida em sexo ( sexo por sexo - nada mais ). Como pode achar que tudo o que ela viveu servirá de engrandecimento para a vida de alguém ; pensar que as pessoas que não agem como elas não são '' normais '' como ela mesma se rotula ? Se orgulhar do que viveu , tudo bem , cada um com sua consciência ; mas dizer : '' EU SOU A VOZ DE DEUS '' . Não dá !
    Se o livro era para as mulheres , como o próprio autor colocou , deveria ter sido escrito de outra maneira . Concordo que as mulheres são oprimidas e muitas vezes se privam de certos prazeres , mas a orgia sexual não é o caminho para a libertação .

  • 07/02/2001

    José Hamilton Dinardi Junior

    Eu sempre considerei-me uma pessoa liberal,e por viver numa cidade onde a maioria das pessoas são conservadores hipócritas,sempre sofri preconceitos,gostei de ler este livro do ponto de vista desta hipocrisia desta sociedade onde vivemos,definitivamente isto é uma verdade,muitos mais acentuadas nas cidades do interior deste imenso país,onde pessoas que pregam a moralidade,são capazes de passar uma imagem de pai de família e na verdade são devassos da pior estirpe,se a autora queria fazer um livro pertubador,mostrando os podres desta sociedade,mas peca pelo feminismo constante na narrativa,onde ela define os homens como presa das mulheres,se o livro foi feito sob medida para este pecado luxúria,mas não concordo com o conceito da autora,que tudo gira em torno do sexo,apesar de cada vez mais difícil,o maor ainda existe

  • 25/11/2000

    satrustegh

    Não chega a ser Lixo, mas também não é um luxo este livro de João Ubaldo Ribeiro, alias, aluxúria esta hoje mais para uma terapia abençada e virtude do que um pecado!!!

  • 14/08/2000

    Cris S.

    Gostei da maior parte do livro. Demonstra como nossa hipocrisia não mudou muito desde o início dos tempos assim como os vários tipos de relações sexuais. O que ficou maçante foi o hasteamento de bandeira constante de quem escreveu em relação as suas proprias convicções. Há um momento no livro em que se diz que as pessoas julgam os outros de acordo com seu proprio modo de vida , é isso que o (a) autor(a) faz o tempo todo.Realmente quem viveu aquilo tudo, pode-se dizer que é a luxúria em pessoa. Pode-se dizer tambem que se as pessoas sugassem essa essência tornariam-se pessoas mais completas.

  • 09/04/2000

    Marcelo Rodrigues Figueira

    O presente livro faz nos questionar sobre o que é proibido e devassado em matéria de sexo, levando-se em consideração que o mesmo serve para libertar o ser humano e não para aprisioná-lo num mundo repleto de neuroses e hipocrisias. João Ubaldo Ribeiro consegue com esta deliciosa "depravação" divertir, entreter e, principalmente, fazer com que o leitor procure, após a leitura do livro, a liberdade através do sexo.

  • 07/04/2000

    walter caiaffa hehl

    RIBEIRO, J. U. deveria ler O DELTA DE VENUS e aprender a escrever erotismo.

    walter.

  • 07/02/2000

    Alexandre Freire

    Não vou dizer que sou santo, mas sinceramente chega ser duentiu este livro. Alias, nada tem haver com Buda. Se esta rarradora existiu, se não foi o próprio mal que fez isto, esta mulher precisa de muita ajuda, e este livro deve ser lido com muito cuidado. Proclamar que a vida humana se resume em sexo é ingenuidade. Não sou religioso, nem tenho nada contra a pornografia, ela está lá consome quem quer. Meu medo é quado dizem que um sexo simples não traz mais prazer e se passa a usar artifícios mutilando a moral o pudor o corpo o romantismo. Para concluir, ne ela é a voz de Deus, porque diz que sente remorso de ver o sol nascer.

  • 13/10/1999

    Andréa Machado

    Foi muito interessante e instigante a leitura deste livro. A escolha de uma personagem feminina que vive boas experiências sexuais e que se realiza sexualmente traz para mim reflexões sobre a sexualidade de nossos tempos. O livro trata acima de tudo do desejo presente em todos os seres humanos (homens e mulheres) e que experimentamos em nossos sonhos, devaneios, e de preferência, em nossa realidade. Ele faz pensar sobre como adultos podem tratar o sexo, e desmistifica a questão do mito do amor romântico pregada pelos filmes norte-americanos. No livro vemos que o desejo está em nossa essência e sempre clama realização. Quando o negamos, adoecemos (stress, neuroses, doenças somáticas), a própria autora diz que suas células não são revoltadas, portanto ela não poderia ter câncer; um aneurisma é mais condizente com sua vida plena (afinal a que se morrer de algo). A grande questão que o livro traz é a explicitação dos desejos "secretos" e como podemos lidar com eles e realizá-los plenamente. Não se trata de apologia da promiscuidade, mas sim de sexo entre adultos e o prazer advindo dele. Cada leitor pode e deve imaginar sua própria realização.
    P.S.: Fiz boas reflexões sobre este livro também a partir do filme "De olhos bem fechados"; este filme também trata da questão do desejo. Recomendo.

  • 14/08/1999

    Katya Lucifero

    João Ubaldo Ribeiro consegue através de sua personagem passar aos leitores uma visão divertida e excitante sobre a tão querida e odiada luxúria.
    Recomendo a todos que gostam de uma leitura rápida e fácil.

  • 02/08/1999

    Marco Tulio dos Santos

    O mundo esta muito careta, cada vez mais conservador e moralista. E quando vemos atos sexuais que não nem sejam morais, nem muito higiênicos estranhamos a primeira vista. Mas sempre passou pela nossa cabeça fazer o mesmo, mas como somos educados numa sociedade tediosa e conservadora, ficamos inibidos a fazer o mesmo. Este livro é uma salvação para a geração de agora, pois só tendo o tipo de pensamento igual ao da protagonista do livro, é que vamos salvar o mundo do tédio total.

  • 21/06/1999

    Daniel Detanico

    Não vejo porque um escritor, sobretudo um escritor considerado merecidamente um ícone da literatura brasileira, e um dos poucos que pode se dar ao luxo de ostentar o título de escritor como profissão, deva postar-se em algum Olímpo assexuado e criogênico. Jõao Ubaldo Ribeiro prova com este livro que a literatura pode prover prazeres de diversas formas, tocando corpo e mente do leitor.
    Não é onanista este livro, muito menos comercialmente dirigido, é sim um exercicio de perversidade sexual sadía, sadía porque leva o leitor a agonia do voyer, sem no entanto o tornar por isto algum tipo de aberração.
    Coragem tem o escritor de por no papel o que todos, e digo todos com certeza absoluta, sentimos prazer em cultivar em recôndidos de nossa mente, correndo o risco de cair na vala comum da pornografia, e presenteando o leitor com um livro deliciosametne pervertido.

  • 30/05/1999

    Márcio Giachetta Paulilo

    Ao ler as críticas até então registradas neste banco de dados - uma voluptosa leitora defendendo o título como ícone do liberalismo; um revoltado leitor, decepcionado pela leitura de um texto frustrante frente sua expectativa baseada na orelha do livro - não pude conter a vontade de manifestar-me opinando a respeito desta obra de João Ubaldo, consagrado romancista e cronista contemporâneo, que escolheu dos pecados capitais aquele que certamente geraria maior polêmica entre os leitores e a crítica: a Luxúria.
    Parece-me que a opção do autor de atribuir o texto a transcrições datilografadas dos registros confessionais de uma senhora que dedicou a vida ao deleite sexual tinha por meta simplesmente o seguinte: dar isenção ao autor, permitindo-lhe escrever o romance na terceira pessoa, com riqueza de detalhes, e apimentar a curiosidade do leitor quanto à veracidade da proposta (teria ou não sido o texto baseado numa vida real?). É como se o João Ubaldo quisesse sentir um pouco do que Machado de Assis fez ao declarar-se um difunto-autor, nas suas famosas "Memórias Póstumas...".
    Quanto ao texto, vale ressaltar a forma da narrativa, escrita de maneira digressiva e improvisada, como se realmente fosse uma declaração verbal e não escrita. A coloquialidade se faz presente ao longo do livro inteiro, cujos capítulos não representam separações de tempo eu assunto, mas meras vírgulas para facilitar a pausa na leitura. O apelo sexual é constante e capaz realmente de promover a excitação ao leitor sem preconceitos, independentemente de sua postura quanto ao sexo.
    Acredito que a editora não teve a intensão declarada em algumas críticas de acobertar a obscenidade do texto com uma orelha fugidia, mas sim reservar ao leitor a surpresa que continha a publicação.
    Não vejo ainda forma mais original de comentar o Pecado da Luxúria que aquela adotada pelo autor: mostrar a visão de uma pecadora que não foi punida por seu pecado nem se sente arrependida por tê-lo cometido e, ainda, vê-se na obrigação de oferecer um relato da própria vida como incentivo à criatividade sexual.
    Concordando ou não com o conteúdo da narrativa, viva à liberdade de expressão e à criatividade de nossos autores!

  • 23/05/1999

    Ana Paula

    A Casa dos Budas Ditosos é um romance para quem GOSTA de sexo e boa leitura, e que não se deixa influenciar pela hipocrisia e moralismo das pessoas atrasadas. Se você ainda não leu, leia. E veja que aquelas suas fantasias mais cabeludas são absolutamente normais. Ao menos na cabeça privilegiada de João Ubaldo Ribeiro.

  • 02/05/1999

    Paulo Polzonoff Jr

    Post coitum triste
    João Ubaldo faz do sexo o tédio supremo


    Em todas as propagandas, sexo. Em todos os programas de TV, sexo. Na Internet, sexo. Bill Clinton, sexo. Hoje, mais do que nunca, sexo é a força motriz da sociedade. O que antigamente era feito no escuro da alcova (ou atrás das portas, como me esclarece C.L.B.) hoje está estampado na primeira página de todos os jornais, para o deleite de todos. Monica Lewinski e seu felaccio globalizado são o exemplo mais evidente de uma época em que o sexo é tão-somente um produto na prateleira do mercado. Houve um tempo, porém, em que não era assim. É sobre esta época que nos fala C.L.B., protagonista de João Ubaldo Ribeiro em seu novo livro, A Casa dos Budas Ditosos, que integra a coleção Plenos Pecados, da Editora Objetiva.
    Nestes tempos de sexo mercantilizado, um livro de João Ubaldo sobre o assunto era uma esperança. C.L.B., a personagem criada por João Ubaldo para falar do pecado da Luxúria, no entanto, é uma decepção. Seus relatos de pansexualismo são tão excitantes quanto aquela parede branca logo ali. Há apenas senso-comum em suas reflexões. Só há mérito mesmo na percepção, por parte do leitor, de que sexo por sexo, em qualquer tempo, é uma besteira que se sobrepõe a qualquer conceito moralmente discutível de hipocrisia. Definitivamente, não há nada mais tedioso do que artimanhas sexuais contadas à revelia.
    A Casa dos Budas Ditosos é a “transcrição”, pelas mãos de João Ubaldo, de fitas deixadas à sua porta por uma tal de C.L.B., nas quais ela relata sua vida de devassa. Esta mulher, de 68 anos e nascida na Bahia, está à beira da morte e vê na encomenda de um livro sobre o pecado da Luxúria a João Ubaldo a sua chance de ter reveladas ao mundo suas estripulias sexuais. Nada além disso. Das reflexões socio-histórico-lítero-pornô de C.L.B., o que dizer? É bobagem pura e simples. C.L.B. defende o incesto com argumentos históricos, garante a supremacia da mulher sobre os homens ao longo da História por meio da escravização sexual não relatada nos livros, defende a hipocrisia de antigamente à hipocrisia de hoje, e mais um monte de inutilidades deste quilate.
    Talvez mais irritante do que as intermináveis relações sexuais da protagonista tenha sido a forma como a editora quis vender seu produto. A orelha do livro prende-se somente ao caso das fitas entregues a João Ubaldo. A editora dá à brincadeira literária das fitas deixadas à porta uma conotação de mistério simplesmente inexistente. Acreditar nisso é como acreditar que, num romance epistolar, as cartas tenham sido mesmo trocadas. Aliás, a imprensa em muito contribuiu para criar esta aura de dúvidas em torno da originalidade ou não do livro, dizendo que João Ubaldo teria surpreendido a editora ao entregar os originais muito antes do prazo, insinuando, assim, que João teria tido uma ajuda ou uma forte inspiração vinda não de sabe de onde. Um golpe de marketing ingênuo, que só aos menos avisados pode atrair.
    A Coleção Plenos Pecados, da Editora Objetiva, conta ainda com os títulos O Mal Secreto, de Zuenir Ventura, Truco, Xadrez e outras Guerras, de José Roberto Torero, e O Clube dos Anjos, de Luís Fernando Veríssimo.

RIBEIRO, JOAO UBALDO
João Ubaldo Ribeiro é um dos mais importantes escritores brasileiros contemporâneos, autor de clássicos como 'Viva o povo brasileiro', que já superou a marca dos 120 mil exemplares vendidos. Baiano, 58 anos, é membro da Academia Brasileira de Letras e escreveu mais de 15 livros, traduzidos em 16 países.

Opinião do Leitor

  • 20 Opiniões:

    Opine
  • 20/03/2011

    claudia li

    Quero deseja meus parabens este livro é maravilhoso, espero q venha muito mais

  • 30/11/2010

    Júnior Ximenes

    Eu sou suspeito para falar, já li esse livro 12 vezes. Isso mesmo!!! 12 vezes. É uma obra que faz, nos conhecermos melhor e, quebrar algumas barreiras exitentes, impostas pela sociedade. É magnífico!!! Leiam Vocês vão amar !!!

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