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LIVRO NEGRO DO COMUNISMO, O

CRIMES, TERROR E REPRESSÃO 

Formato: Livro

Autor: COURTOIS, STEPHANE

Autor: WERTH, NICOLAS

Autor: PANNE, JEAN-LOUIS

Autor: PACKZOWSKI, ANDRZEJ

Idioma: PORTUGUES

Editora: BERTRAND BRASIL

Assunto: CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

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Especificações Tecnicas

ISBN:

ISBN-13:

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Peso: 1,425 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 1999

Número de páginas: 922

Sinopse

Uma equipe de historiadores faz um balanço dos crimes cometidos sob a bandeira do comunismo - os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e aos milhões em pequenos países como a Coréia do Norte e o Camboja.

  • 11 Opiniões:

    Opine
  • 12/02/2014

    Bin

    Ainda bem que não estamos em um país comunista, onde possuir uma obra dessa poderia me levar à morte. Aliás, em um país comunista, não teríamos internet livre para escrever esses comentários inclusive os esquerdistas caviar que conheço por ai.

  • 15/09/2011

    Iza

    Tanto para aqueles que são a favor como os que são contra o comunismo.
    Entristece-me apenas o fato de os comentadores, abaixo citados, não saberem discutir ou respeitar a opinião alheia, apelando para insultos e impropérios.
    Parece coisa de quem não tem um argmento forte pra revidar. Só lamento.

  • 22/05/2007

    Marcos Antonio Souza Alves

    Para dizer a verdade,não sabia que o Comunismo fosse,tudo o que tenho lido no LIVRO NEGRO ..., acho interessante que hoje ainda existam pessoas que querem passar a imagem de o Comunismo é ''uma boa'', e que para se defenderem atacam o Capitalismo, não quero com isso defender o Capitalismo, mas seria bonito ver os comunistas reconhecerem que Lênin, Stalin, Mao e Cia Limitada foram o que foram ASSASSINOS, de sua própria gente, se é correto denunciar os horrores do nazismo, do capitalismo, por qual razão também não denunciar e trazer a luz, os massacres, estupros, a fome etc... levados a cabo pelo comunismo???
    O Comunismo é o que é, uma perfeita máquina de mortandade, e que Deus nos livre desse horror.

  • 20/12/2006

    Andre

    O livro é excelente.Relata tudo aquilo que qualquer possuidor de cérebro sabe:Comunismo e/ou Socialismo é lixo.Egraçado é ver esquerdinhas dando chilique e batendo os pezinhos contra o livro,chamando os que gostaram do livro de burros, alienados etc.As antinhas comunistas e/ou socialistas pregam algo que nunca deu certo em lugar algum do mundo,pregam um regime que é economicamente refutado pelos economistas austríacos e chamam os outros de alienados enquanto eles se julgam o ápice da consciência hehe.Ser comunista e/ou socialista e ter raciocínio lógico e ser inteligente são duas coisas incompatíveis.Comprem o livro.

  • 07/11/2006

    Luis Ignacio

    Meu caro Yohan Slomp, vc no mínimo tem problema mental ou é mais um doutrinadozinho da esquerda. Se o for, está perdoado, pois não devemos dar muita atenção para mentes lavadas com OMO Total.
    Um livro que deveria estar há 40 anos atrás nas livrarias ou até em açougues, para a humanidade saber a verdade sobre essa doença chamada comunismo.

  • 16/09/2006

    Fernando

    Eu gostaria de saber: por que razão somente os comunistas refutam e desprezam esse livro? As únicas críticas que já li e ouvi a respeito sempre vêm das mesmas viúvas do socialismo, da mesma ''burritsia'' lumpenintelectuária que infecta os meios acadêmicos do Brasil. Interessante, não? Eu acredito que sei o porquê: a verdade dói; a derrota idem! Como diz aquela velha, mas oportuna máxima: o pior cego é aquele que não quer ver.

  • 21/06/2006

    Thiago Oliveira da Silva

    Considerando a importância histórica do período abordado e sua influência nos dias atuais, considero a leitura de ''O Livro Negro do Comunismo'' essencial para uma complementação do que é ensinado nos bancos escolares. Através de fontes documentais e estatísticas convincentes, a obra mostra o quão utópica é a idéia de, artificialmente, se estabelecer uma igualdade que não tem condições de ser obtida ou, na melhor das hipóteses, mantida. Os autores, a maioria ex-militantes de partidos comunistas, deixam claro que o apego ao dinheiro é substituído pelo apego ao poder e, abordando exemplos em todo o mundo, mostram o quão violenta pode ser a imposição de uma política ''igualitária''.

  • 06/09/2003

    Milton Larentis

    começo perguntando que normas do guia de orientação permitem que alguém fique dizendo bobagens sobre um assunto tão sério? não se deve ver nas acusações sobre o comunismo um jogo entre ideologias mas um massacre e uma violencia contra a humanidade. estas pessoas que defendem tão ardorosamente a ideologia comunista devem saber que o fruto do que pregam é a destruição, o crime e o totalitarismo. não se consegue a bem-aventurança do trabalhador e dos miseráveis com a morte e a destruição. a violência gera mais violência. este livro deveria ser indicado em escolas e universidades para que o povo brasileiro comece a curar o esquerdismo que contamina a nossa sociedade. Desta ilusão o que resulta é o fim das ilusões.
    livro nota dez e que deve servir de referencia para quem quer conhecer os problemas de misturar doutrinas com política.

  • 19/11/2002

    Marcelo Tomazoni

    Por Favor me mostre em que lugar o livro mente. O livro é excelente e mostra o maior flagelo da humanidade, o comunismo, que fez 100 milhões de vítimas. Do mesmo jeito que devemos lembrar o holocausto judeu para que este não venha a ocorrer novamente, devemos lembra os horrores comunista no Camboja e Rússia e nos horrores que ainda acontecem em China e Cuba.

  • 08/04/2002

    William C. de Souza Carvalho

    Os livros anticomunistas foram desaparecendo de circulação desde os anos 60, enquanto seus contrários abarrotavam cada vez mais as prateleiras das livrarias, é uma delícia, para essa gente, poder falar à platéia jovem com a plena segurança de que ela ignora tudo da história do socialismo, ou pelo menos de que só a conhece pela versão conveniente.
    Quase ninguém conhece hoje os nomes de Viktor Kravchenco, Walter Krivitsky, Elizabeth Bentley, Whittaker Chambers. Se os conhecesse, saberia a que prodígios de falsificação e difamação organizada a esquerda pôde chegar para ocultar a divulgação de qualquer notícia que pudesse manchar a santa imagem do comunismo.
    Kravchenco, um exilado russo em Paris, publicou em 1946 o primeiro testemunho detalhado sobre os campos de concentração soviéticos. Imediatamente ergueu-se contra ele o vozerio maciço da intelectualidade francesa - que ia do comunista Roger Garaudy e Jean-Paul Sartre até as revistas católicas "Esprit" e "Témoignage Chrétien" - para acusá-lo de ser um mentiroso a soldo da CIA. Homem simples, Kravchenco enfrentou a assembléia de vacas sagradas, processando seus detratores e trazendo para diante do júri dezenas de ex-prisioneiros que confirmaram todo o seu depoimento. Sartre et caterva foram condenados a pagar indenização, mas o vencedor, velho e extenuado, morreu logo depois. O livro de Kravchenco, "Escolhi a liberdade", só pode ser encontrado em sebos.
    Whittaker Chambers e Elizabeth Bentley, ex-agentes do Comintern, descreveram as operações secretas de que tinham participado nos EUA, deixando claro que o Partido Comunista americano e sua rede de colaboradores não eram senão uma fachada da espionagem soviética. O establishment universitário fez o possível para desqualificar seus depoimentos, ainda que confirmados pelo de Krivitsky, um general com alto posto na NKVD que fugiu para o Ocidente e, logo após contar o que sabia, apareceu morto a tiros num hotel em Washington. As memórias de Chambers, "Witness" desapareceram dos catálogos das editoras.
    Após o fim da Guerra Fria, os governos ocidentais suspenderam todo esforço sistemático de propaganda anticomunista até que depois da queda da URSS houve a abertura dos arquivos da KGB. Toneladas de documentos vieram à tona. O estado de espírito atual, entre acadêmicos que estudam o assunto, pode ser resumido nos títulos de dois livros de pesquisadores que mergulharam a fundo nos arquivos de Moscou. O primeiro é de John Lewis Gaddis: "We now know". O segundo é de Richard Gid Powers: "Not without honor" - o reconhecimento de que o anticomunismo americano não foi uma sórdida campanha de mentiras, mas um sério esforço de fazer prevalecer a verdade sob o fogo cerrado de um exército mundial de prestigiosos vigaristas.
    Depois disso, que mais restava à esquerda senão passar um tardio e vergonhoso recibo do fato consumado? Foi assim que em 1997 apareceu o "Livro negro do comunismo", que, comprovando todos os itens das denúncias direitistas que a esquerda mundial desmentira desde a década de 30, ainda procurava diminuir a extensão quantitativa do desastre mas não conseguia reduzir o número de vítimas do comunismo para baixo da cifra dos cem milhões.

  • 24/03/2000

    Yohan Slomp

    muitas inverdades nesses livros,
    a pessoa ve o q ela quer ver..
    fraquinho...
    aumentam numeros, e omitem o capitalismo... qdo muitas dessas mortes foram causadas pelos capitalistas indiretamente.
    mas é um bomlivro para o conhecimento
    sugiro q leiam tb o livro negro do capitalismo, de franceses q se revoltaram depois de ler este,
    ah.
    opinião do jornal O Globo, e do Jornal do Brasil não valem, ainda por cima MULHER
    hehehe
    A Globo quer o capitalismo ;))
    ...
    poderia falar 3 anos sobre isso...
    mas...
    buenas...
    é com o capitalismo q eles ganham, deixando o povo burro, e conformado com a situação.
    ...
    bla bla bla...


Opinião do Leitor

  • 11 Opiniões:

    Opine
  • 12/02/2014

    Bin

    Ainda bem que não estamos em um país comunista, onde possuir uma obra dessa poderia me levar à morte. Aliás, em um país comunista, não teríamos internet livre para escrever esses comentários inclusive os esquerdistas caviar que conheço por ai.

  • 15/09/2011

    Iza

    Tanto para aqueles que são a favor como os que são contra o comunismo.
    Entristece-me apenas o fato de os comentadores, abaixo citados, não saberem discutir ou respeitar a opinião alheia, apelando para insultos e impropérios.
    Parece coisa de quem não tem um argmento forte pra revidar. Só...+ ver mais

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CORTAR O MAL PELA RAIZ!

'Cortar o mal pela raiz!', obra publicada mais uma vez sob a direção de Stéphane Courtois, dá continuidade ao trabalho do livro 'O livro negro do comunismo'. Agora, dezesseis historiadores e/ou testemunhas revelam fatos subestimados e, certas vezes, deliberadamente ignorados dos crimes realizados pelo comunismo na Europa.

BLACK BOOK OF COMMUNISM

This book plumbs recently opened archives in the former Soviet bloc to reveal the actual, practical accomplishments of Communism around the world; terror, torture, famine, mass deportations, and massacres. It is an attempt to catalogue and analyze the crimes of Communism over seventy years.

HISTOIRE DU PARTI COMMUNISTE FRANCAIS

En politique, à partir de sa fondation en 1920, le PCF a toujours suscité intérêt ou méfiance, le plus souvent avec excès. Depuis le début des années 80, son déclin généralisé se réalise dans une quasi-indifférence. Mais, malgré son déclin et ses faiblesses, le PCF exprime une contestation radicale de la démocratie représentative...

CORTAR O MAL PELA RAIZ!

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HANDBUCH DES KOMMUNISMUS, DAS

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