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APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO, O

Formato: Livro

Autor: SALINGER, J. D.

Tradutor: ROCHA, ANTONIO

Tradutor: DAUSTER, JORIO

Tradutor: ALENCAR, ALVARO

Idioma: PORTUGUES

Editora: EDITORA DO AUTOR

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - ROMANCES

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Especificações Tecnicas

ISBN:

ISBN-13:

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Altura: 21 cm

Largura: 15,5 cm

Edição: 18ª

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 208

Sinopse

Um garoto americano de 16 anos relata com suas próprias palavras as experiências que ele atravessa durante os tempos de escola e depois. Revela o que se passa em sua cabeça. O que será que um adolescente pensa sobre seus pais, professores e amigos?

  • 63 Opiniões:

    Opine
  • 22/05/2014

    Sofia

    É impossível não gostar,no duro, nao tem como Holden Caulfield nao ser a voz de uma geraçao, ou coisa que o valha, é um personagem fictício, mas é meu ídolo.

  • 26/03/2014

    Bruna Salvan

    Li e relerei. Amei muito esse livro, no duro

  • 06/03/2014

    Diogo da Silva Matias

    Gostei de mais e tudo mais.

  • 04/03/2014

    Simone

    De tanto que falam resolvi ler. A pior coisa que fiz.
    Não recomendo. Chato demais.

  • 06/02/2014

    Jorge

    Pesquise sobre as polêmicas desse livro

  • 18/01/2014

    OSMAR J. SOUZA

    SUPONHO QUE ESTE E UM LIVRO PARA SER LIDO MAIS DE UMA VEZ PELA COMPLEXIDADE DO TEMA : AS ANGUSTIAS PELAS QUAIS PASSAMOS NA ADOLESCENCIA.TALVEZ AS PESSOAS NA MATURIDADE TENHAM MAIS TERMOS DE COMPARACAO E POSSAM ANALISAR MELHOR E TER UMA OPINIAO MAIS SOLIDA SOBRE ESTE LIVRO EM VIRTUDE DA MAIOR VIVENCIA.

  • 29/12/2013

    CELAINE

    Estou muito satisfeita com a livraria cultura, fiz a minha compra em 19/12/2013 e chegou a semana passada meu pedido. Foi rápido e também estou satisfeita quanto a embalagem do produto. outras livrarias não embalam de forma correta o livro e quase sempre vem amassado ou sujo. Espero ter o tempo pra relê-lo novamente, pois quando o li pela primeira vez fiquei encantada.

  • 06/10/2013

    Manoella Rodrigues

    O livro eh muito bom, a respeito dos assassinos q foram encontrados com ele no bolso, só tenho uma coisa a dizer, sao imbecis. O livro nao te induz a fazer absolutamente nada. Eh uma leitura interessante, somente isso.

  • 01/10/2013

    PIO EUGENIOA ARDUINO

    COMO DIRIA HOLDEN - O LIVRO É UM SACO!
    MAIS IMPRESSIONANTE É A QUANTIDADE DE ERROS DE ORTOGRAFIA ENCONTRADOS NOS COMENTÁRIOS.
    PESSOAS QUE ESCREVEM SIMPLISMENTE, FELISMENTE, E POR VAI - NÃO TEM CONHECIMENTO PARA OPINAR SOBRE LITERATURA.

  • 30/09/2013

    Lidiane

    Livros não devem ser banidos, as pessoas fazem suas loucuras porque dá na cabeça delas. Eu ainda não li, mas acho ignorância o cara mandar banir um livro.

  • 28/08/2013

    Ítalo

    Meu deus , esse livro fez um homem que era o rei do rock , o filho da puta do assasino o matou, um dos motivos era esse livro do capeta , uma mensagem apareceu na cabeça dele : Matar John Lennon, esse livro devia ser banido das livrarias .

  • 20/04/2013

    Breno dos Santos

    Por uma questão de interpretação: o conteúdo é psico-fictício, mas acontece que existem muitos fatos reais com teor mais
    chocante. O jovem cresce em um ambiente familiar totalmente
    dilacerado. Desenvolve um neurose anti-farsante. Seu nome é
    Caulfield, e daí passa a perseguir personalidade de destaques social, mas por ele achar que são farsantes, resolve matá-los.
    Vale a pena ler, refletir e debater sobre o tema, pois isso já acontece aqui mesmo no Brasil. Como já dito abaixo: por uma
    questão psicopata, o Mark Chapman, assassino do ex-Beatles, Jonhn Lennon se inspirou no personagem central.

  • 17/04/2013

    Breno dos Santos

    Foi inspirado neste personagem que o psicopata Mark Chapman matou John Lennon. Ele tinha três pessoas famosa na lista, mas deles, o ex-Beatles era o alvo mais,
    pois não andava com segurança! Isto aconteceu em
    8 de dezembro de 1980

  • 16/04/2013

    Maria das Neves

    Não gostei. Até hoje fico me perguntando o porque do título. E o personagem principal, é tão difícil de conviver com outras pessoas.

  • 10/04/2013

    Eloiza Cristina Fernandes

    O livro é um caso de um garoto que passa por mesmo caso que todos os adolecentes , isso ocorre com todo mundo mais que as vezes nos assuata pois suas atitudes sao muita impresinante acho que mesmo gostando do livro nao devemos seguir o que acontece no livro devemos segui a si mesma , pois as vezes magoamos as pessoas que nao tem culpa e que podemos um dia perder elas se descontamos a nossa raiva nela que é tao inocente mais que as elas sao falsas e que nao nos da valor mais o respeito sempre é bom lembrando que nos ensina muita coisa mas que nao devemosw seguir um livro que achamos interesantes.......muito obrigado pela atençao

  • 25/03/2013

    EDUARDA

    OTIMO

  • 17/02/2013

    G.C

    J.D Salinger me fez entender o que faz as pessoas desejarem ler um livro várias e varias vezes.........Nem preciso dizer, mais vou ADOREIIIIIIIIIIII!

  • 16/02/2013

    Laís

    Amei o livro, o jeito que o autor nos envolve é impressionante. É um livro bem simples, no geral, mas é super engraçado e diferente, de um jeito muito bom! O personagem chamado Holden acaba virando um grande amigo nosso que nos conta seus sentimentos, pensamentos e tudo que ele vive. É como se ele estivesse do nosso lado nos dizendo tudo que lemos. Eu gostei do livro, um dos melhores que eu já li, me proporcionou muitas risadas.

  • 10/09/2012

    Renata Abreu

    É claro que fui buscar ler o livro O apanhador no campo de centeio devido a toda a fama terrível que o envolvia... queria saber o quê se passava na estória toda.
    Para descobrir é preciso ler, o livro é intrigante de várias maneiras, um rapaz de 16 anos, enfrentando os problemas de adolescente, além de outras encrencas. O personagem fica vulnerável o tempo todo, existem realmente milhões de coisas nas entrelinhas: sadismo e sodomia dos colégios internos, homossexualidade reprimida, violência, drogas, falta de perspectiva, depressão, inconformismo com a sociedade hipócrita...
    Narrados com linguagem de adolescente como se fosse um dos amigos que já tivemos nos contando suas aventuras...
    É um livro simples, que não é tão fácil de compreender completamente.
    O título é a tradução da não vocação de alguém, é admitir um fracasso, a falta de querer.

  • 15/08/2012

    HELOISA EMILIA BONFIM

    Jamais imaginei que este livro relatasse a história das angústias de um adolescente dos anos 50.
    Imaginei algo completamente diferente.
    É muito interessante, inovador, um clássico.
    Imagino o furor que causou na época de sua publicação.
    Hoje ainda causa. Não dá prá não querer saber o fim,nem abandonar o protagonista.

  • 26/07/2012

    Guilhermo Padova Mello

    Excelente leitura. Embora a temática seja adolescente, a estória traduz-se para os problemas enfrentados pelo ser humano em todas as fases da sua vida. Li o livro agora aos 38 anos e tive uma experiência muito diferente da que talvez tivesse tido aos 15 anos. Vale à pena e leitura.

  • 26/06/2012

    Guiaia

    A escrita desleixada é proposital. O foco é a visão de um adolescente sobre a, outrora perfeita, América. Para que leu e não percebeu, o protagonista é um sociopata.

  • 10/05/2012

    Suzana.

    Não entendi o motivo de este livro ser considerado um clássico... Conta a estória de um adolescente em crise nos estudos e na vida, seus conflitos próprios da idade e da sociedade da época. Muito mal escrito e o autor se utiliza de gírias e palavras repetidas o tempo todo. Não Recomendo.

  • 01/05/2012

    Nina

    Estava ansiosa para ler, não gostei, esperava mais do autor.

  • 15/04/2012

    Maria Eugênia Lisauskas

    Assim com O Grande Gatsby, este livro demonstra a total falta de noção literária dos americanos, que insistem em coroar como clássicos e obras-primas livros que no máximo poderia ser considerados contos insonsos. Perda de tempo total. vou me concentrar na literatura brasileira, com muito mais conteúdo e surpresas do que as famosíssimas pérolas do tio Sam.

  • 10/01/2012

    Rafael Leal

    Entendo porque este livro é considerado um clássico da literatura americana. Penso que se trata de fato de uma obra excepcional, onde o autor retrata os conflitos, angústias e incertezas da adolescência de forma primorosa, com enorme coragem e franqueza. Difícil não se identificar e não se deixar envolver com a narrativa e os dramas descritos pelo personagem principal da obra. Enfim, um clássico universal para toda a vida.

  • 03/01/2012

    Vinicius

    Faz muito tempo que escutava sobre esse livro e então resolvi comprá-lo, confesso que estava ancioso para ler. Durante a leitura fiquei um pouco decepcionado, mas fiz um esforço e cheguei até o fim. O livro fala da nossa adolescência, das incertezas que pairam sobre nossa cabeça, do momento em que não sabemos se somos crianças ou adultos e que precisamos ter que tomar a decisão de quem seremos na nossa vida. O livro não é de auto ajuda e nem traz uma receita para enfrentar essa fase da vida de um jovem, mas mostra sem rodeios o que todos passamos quando estamos nos descobrindo. O livro é de fácil leitura e de um vocabulário baseado em uma narrativa como se estivéssemos contando algo sobre nossa vida a um amigo.

  • 30/12/2011

    Carlos

    Uma porcaria q nao vale a pena

  • 07/12/2011

    Robert Behrmann

    Eu acho que quem não gostou dessa obra que aborda com maestria as incertezas sobre o maior período de identificação de nós mesmos, que é a adolescência, ainda não entendeu nem a si mesmo. O Holden é um dos personagens da literatura que mais servem como um espelho pra toda uma fase de nossa vida. Alguns simplismente resolvem se adaptar e aceitar o mundo hipócrita que vivemos, outros, permanecem sem se encaixar e deprimidos com o que vê, como o personagem principal da obra. No fundo, todo mundo tem um pouquinho dele. Brilhante, imortal e indispensável pra todas as gerações.

  • 25/11/2011

    Estela

    A levar em consideração pelo título, quão esperei no decorrer da leitura que o mesmo saísse daquele cenário trivial, e que acontecesse algo mais envolvente, mas foi em vão...
    Fiz um esforço descomunal para terminar de ler, o qual considero um dos piores, senão o pior livro que já li, extremamente cansativo, deprimente e pobre em todos os quisitos.
    Me senti lesada.
    Só sei que perdi o dinheiro pelo aluguel.

  • 20/10/2011

    Caio Christófani Santana

    O livro traz uma linguagem pobre e irritante por que é a linguagem de qualquer garoto de 16 anos comum escrevendo sem formalismos. Fora a isto, é preciso captar a essência do livro. Os dilemas de Hoden Caulfield, um garoto com um coração enorme em um mundo tão cheio de dilemas éticos e morais. Nem todo mundo é capaz de compreender esta grandeza implícita no livro, a dificuldade de lidar com emoções, o choque com a descoberta de um mundo diferente do que imaginávamos, todas as dificuldades que nos atingem em nossa adolescência.

  • 09/08/2011

    Hermélio José Campos

    Tem muita gente criticando a tradução do Apanhador no Campo de Centeio. Pois eu li o livro primeiramente na tradução brasileira e, depois, no original. Acho que o que se publicou no Brasil não perde em nada da edição americana. Continuo achando que este é um dos melhores romances que já li em minha vida, e eu o recomendo sempre a todo mundo que queira ler uma história consistente sobre as dificuldades na vida de um adolescente.

  • 21/07/2011

    Daniela

    Não comprei este livro aqui, mas vou aproveitar o espaço para desabafar. Entrei em férias da faculdade e resolvi escolher um bom livro para deliciar sem a obrigatoriedade acadêmica. Comprei o Apanhador no Campo de Centeio, fiquei super feliz e ansiosa para ler. A tradução é horrorosa, cheio de clichês tipo colocar o e tudo ou o ou coisa que o valha no final de todas as frases, de forma pobre e irritante.

    Estava na metade do livro e vi que não ia rolar, até tentei me convencer de que o autor escreve através dos olhos de um adolescente. Mas, peraí! pode ser juvenil sem ser boçal, pode até ser infantil sem ser idiota. Desisti, gastei dinheiro a toa. Vou ler Modernidade Líquida do Baumam e sobre a adolescência, que é minha área, vou ler E Ai? Rubens Alves.

    Não comprem este livro. Se ainda tiverem alguma dúvida, peçam emprestado e leiam 10 páginas, é o suficiente.

  • 17/01/2011

    Maria

    foi lendo esse livro e com tal perturbação que ele causou no assassino de john lennon

  • 17/09/2010

    www.quinzeprascinco.blogspot.com

    O que me encanta nesse livro, é a simplicidade e delicadeza na escrita, sem aqueles complexos idiotas que costumam nos dar uma impressão de que somos intelectuais quando na verdade estamos é com o inconsciente de saco cheio.

  • 09/07/2010

    Miki

    Não perca seu tempo.

    É o pior lixo que já li.

    Absolutamente incompreensível ser considerado um clássico.

  • 19/05/2010

    Cristine

    O livro é bom, mas a tradução é horrorosa, mal escrita, o que acaba fazendo o livro perder um pouco o sentido.

  • 12/03/2010

    Edson Barros dos Santos

    O Apanhador no Campo de Centeio é uma obra de fácil leitura, simples, mas não consigo ve-la como um ''livro de cabeceira para a adolescência'' como se chegou a dizer.

    Os problemas enfrentados pelo Holden mostram mais um adolescente desajustado do que um em conflito!
    Salinger parece que viveu a vida inteira como Holden Caulfield.
    Edson Barros

  • 04/03/2010

    Márcio Furlan

    Nunca tinha lido nada parecido. Narrativa simples e muito rica.

  • 17/02/2010

    Valdeci Ângelo Garcia

    Trata-se, apenas, de um bom livro. Nada mais do que isto. Creio, até, que não merece todo esse furor que sempre se criou em torno da obra. Logicamente, o livro e o autor têm seus méritos, mas nada que suplante outros grandes escritores do gênero. Talvez o livro tenha se destacado pela contingência histórica em que fora publicado. Quando ao fato de seu autor ter-se isolado, nada mais produzindo (ou melhor, nada mais publicado), talvez tenha a ver com o bloqueio que muitos sentem depois da produção de uma grande obra. Creio que haja ligação angusta com a insegurança do escritor; e à sua dúvida quanto à grandeza de seu talento. Enfim, trata-se de um livro que irá continuar sendo lido por muitas gerações. E de um autor que soube explorar como ninguém o próprio isolamento, utilizando-o para criar essa ''aura'' sobre a sua vida e obra.

  • 30/01/2010

    Alexandre Lyra Penteado

    Creio que o titulo que dei ao comentário ilustra de forma bastantante real o meu sentimento após a leitura desta MARAVILHOSA OBRA LITERÁRIA.

  • 30/05/2009

    markus tavares

    so lendo para perceber a importancia...

  • 05/03/2009

    Daniel Aço

    Ouvi as mais diversas coisas a respeito deste livro durante anos. Há toda uma mística envolvendo a repercussão desta obra, seja pelo estilo literário, pelo brilho do enredo, pelas motivações dos leitores e/ou pela penetrabilidade no inconsciente coletivo da cultura norte-americana. Compreendo que o sucesso desta obra, em primeiro lugar, decorre da altura histórica em que foi lançada, que é a época imediatamente posterior à Segunda Guerra. Além disso, creio que a temática da adolescência e seus assuntos correlatos, avolumanda a partir deste período, é universal por si só. Em termos de estilo literário, confesso a certeza de ter lido autores muito superiores a este Salinger, o qual valoriza, mesmo por vias anacrônicas, como a da falsa humildade e a do isolamento completo, tudo o que já escreveu. Independente de minha opinião, a tal mística em torno de ''O Apanhador no Campo de Centeio'' ainda segue firme. Resta saber até quando e se você, ao ler esta obra, vai aplaudi-la cegamente como o fazem espíritos mais precipitados. Leia-a e tire suas próprias conclusões, porquanto já firmei as minhas.

  • 23/02/2009

    Luciane Gressana

    O autor capturou com a precisão que só a ficção confere, a complexidade da transgressão que é a adolescência. Nos encontramos em Holden Caulfield, restabelecemos contato entre o tempo do personagem e o nosso tempo (por vezes perdido).
    O livro é um espelho, o que conseguimos ver nele nos leva a reflexão dos nossos valores, da nossa autenticidade (falida) e da capacidade que tempos de nos tornarmos hipócritas e bem educados.

  • 10/11/2008

    Hermélio José Campos

    Quando li este livro pela primeira vez me apaixonei por ele e por seu personagem principal. Eu adorei o livro, sua história, a forma como foi contada, e não sabia o porquê disto. Algum tempo depois uma de minhas irmãs me disse ''esse menino me lembrou muito você''.
    ''O apanhador no campo de centeio'' é um clássico, e fez muito sucesso entre estudantes universitários quando de seu lançamento. Faz sentido, porque é um belíssimo livro.
    Recomendo sua leitura a todo mundo que gosta de literatura de qualidade.
    E uma curiosidade final: em Portugal, o tradutor (traidor?) conseguiu dar para ''The catcher in the rye'' o título inexpressivo e nada coerente com a história de ''Uma agulha no palheiro''. Vai entender o que ele queria com isto...

  • 26/08/2008

    Marcelo Guzzardi

    Sempre ouvi falar da obra mas até então não tinha tido a oportunidade de lê-la. Fiquei surpreso com a fama do livro pois não li nada que de fato surpreendesse, seja no conteúdo do livro, seja na forma. Li a versão traduzida e já ouvi comentários que trata-se de difícil tradução e parte do conteúdo da obra pode ter se perdido na tradução. Vou comprar a versão original (em inglês) e lê-la para comparar, porém ainda acho que o livro é superestimado.

  • 09/07/2008

    Aderbal Rocha

    Não percam seu tempo procurando poesia onde não há, esse livro é inútil, uma historia que deixa muito a desejar. Tive raiva quando terminei de ler, me senti um trouxa passado pra trás pelo autor do livro (pude até ouvi-lo rindo da minha cara). O tempo todo achava que ia acontecer algo de interessante e por isso fui até o final, mas nada aconteceu. Livro morno, sem graça nenhuma.

    EU NÃO RECOMENDO!!!!!

  • 01/08/2007

    rolando rocha

    numa boa, nada mais que subliteratura. coisa muito secundária, ainda mais por ser estrangeira. leia então um machado de assis, um lima barreto ou até mesmo um dickens que salinger gratuitamente condena logo no início de seu livro.

  • 25/04/2007

    Douglas Silva

    A síndrome de Peter Pan como frisou uma colega de comentário, mas isto não deixa de classificar este obra como uma das melhores do últimos cem anos da literatuta , Vargas Villa o colombiano maldito já destilava seu aguçado estilo literário contra esta mentira que é vida(o mundo é uma causa perdida é a vida uma idéia fálida).Um adolescente que não quer ceder espaço para um mundo hipocrita ao qual nos vivemos.Então será que Holden disse é mentira e uma revolta infanto juvenil espóradica, as grandes revoluções começaram com um simple ato de divergência.Requer olhar este livro de outras maneiras.

  • 20/06/2005

    Inaldo Tenório de Moura Cavalcanti

    Salinger é um autor de grande apuro literário. O Apanhador no Campo de Centeio é um livro para sempre: atualidade e liberdade são máximas do livro. Sentimento sem emocionalismo barato, comprometimento com a liberdade na escrita; autor e personagem independentes e fortes: portanto, vivos. É um livro para ser lido com os olhos da sensibilidade.

  • 13/02/2005

    Roberson Guimarães

    A temática adolescente: solidão, inadequação ao mundo dos adultos, alienação como forma de auto-proteção, a falsidade do mundo dos adultos ... só que tratada com grande competência. Salinger usa uma linguagem revolucionária para a época da edição. E o grande destaque são as belas metáforas:
    o chapéu de Holden = busca de uma identidade própria;
    o museu de história natural = vontade de não crescer (Síndrome de Peter Pan);
    os patos = capacidade de adaptação num ambiente inóspito;
    o lago do Central Park meio congelado/meio líquido = o adolescente, meio criança/meio adulto.
    Há ainda espaço para alguma erudição com as citações de Dickens, Shakespeare, Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald...
    Talvez tirasse mais proveito se o tivesse lido na tenra juventude, como aconteceu com as leituras de Demian, Sidarta e o Lobo da estepe de Herman Hesse.

  • 02/08/2004

    Aldebaran Perseke

    Holden Caufield narra suas aventuras após ter sido novamente expulso de um colégio por péssimo desempenho. Um jovem absolutamente normal, ou seja, desbocado, mentiroso, mau humorado e sem a mínima noção do que quer de sua vida. A linguagem é ao mesmo tempo que simplória, carregada de um bom humor sensacional (para quem não se importar com as palavras de baixo calão). Aqueles que criticam essa obra esquecem-se que trata-se de literatura underground e portanto, não pretende servir de exemplo para adolecentes e sim, diversão para adultos bem informados. Ainda não consigo entender como alguém, que já não seja um completo psicopata, pode cometer um homicídio após ler essa obra. Somente se for uma intriga da oposição.

  • 16/01/2004

    Lelo Migueis

    Existe um pequeno grupo de pessoas, que desde muito cedo sabem o que querem, tem objetivos definitos e metas traçadas.
    Estes, são pessoas geralmente muito práticas, que não perdem seu tempo filosofando ou lendo um livro como este. E se, por acaso o lerem, irão concluir que o que falta a Holden Caufield é uma boa surra.
    Mas não é o caso da grande maioria. Grande parte da humanidade não sabe o que fazer com suas vidas, e não é por falta de coragem, como muitos dizem; é por falta de objetivo claro. Quando você sabe o que quer, você adquire coragem.
    Existem milhares de Holden Caufield por aí. Alguns casados, com casa, carro, emprego, filhos e bens de consumo. Apenas porque a maturidade ensinou a driblar alguns obstaculos e a lidar com alguns problemas. Mas a sensação de "desencaixe" e inadaptação o acompanhará para sempre, neste mundo de adultos perversos. Outros, os que a maturidade não garantiu a sobrevivência, estão vagando por aí, de bar em bar ou em casas de recuperação. Demora muito para aprendermos quantos fim de semanas idiotas e deprimentes desperdiçamos em nossa vida.

  • 09/02/2003

    Sabrina Justino

    Aguentar um monólogo de um adolescente não é fácil, nem que ele seja seu filho ou você mesmo. Imagine se ele não for nada seu então, rs. Holden Caulfield é o nome do chato. A adolescência para alguns é mesmo uma fase limite. Muitas coisas são decididas ali, infelizmente. O Holden custou mais conseguiu sair "ileso" dela. É essa a questão trabalhada por J. D. Salinger. E o livro está aí a décadas não é à toa. Adolescente é sempre adolescente, sempre os mesmos problemas, não importa a época. No entanto, alguns se diferem e muito. O Holden fala mal do David Copperfield na primeira página do livro, mas ao menos o David foi à luta, assim como o Nicholas Nickleby, outro personagem de Charles Dickens. Nisso o Holden é bastante moderno: aborrecimento, neuras, vícios, etc, mas tudo com o dinheiro do papai. Assim é fácil filosofar, rs. Assim que iniciei a leitura, o cara me pareceu um looser. Depois, um looser adolescente sem noção. Entendo porque todo mundo lê e gosta. O triste é que o pessoal não se identifica com o Holden em tratamento que conta a história barra pesada que passou, mas com o Holden ridículo que faz um monte de bobagem sem noção. Só agradeço por não ter lido isso quando era adolescente.

  • 15/05/2002

    Gustavo Godinho

    Não há dúvidas de que Holden Caufield não é um exemplo de comportamento a ser seguido. Assim como Tom, o Holden Caufield dos anos 90, personagem de Hornby em Alta Fidelidade, também não. É importante frisar isso, pois, o acalento da identificação com caras mal criados como esses pode gerar tragédias como o assasinato de John Lennon. Não que os livros sejam culpados. O problema é ler ao final a mensagem de que o niilismo e inconformismo dos personagens são a melhor maneira de encarar o mundo. O livro é brilhante e muito bem escrito pois foi intencionalmente mal escrito... A idéia de descomplicar as questões é maravilhosa. Tem passagens geniais, como a que descreve atores como artistas incompetentes por não conseguirem parecer reais.

  • 01/04/2002

    Antonio José dos Anjos Brito

    O livro tem que ser visto como um marco, pois, escrito em 1945, quando os valores eram bem diferenciados, percebemos que o autor foi muito atual no que tange ao comportamento do adolescente: contra tudo e todos e não sabe exatamente o que quer. "Para onde vão os pássaros, quando o lago congela?" No meu entendimento, essa frase encerra os anseios e a insegurança pelos quais o jovem passa e vive em busca de respostas, desde 1945.

  • 28/03/2002

    John Fogerty

    Como disse Luis Augusto Ficher:esse livro conseguiu flagrar e desenhar para sempre os tipos humanos de certo tempo e lugar , e ainda acabou influenciando o futuro. Quem critica esse livro ainda não entendeu nem a si mesmo nem ao mundo, sem palavras...

  • 17/02/2002

    sas

    o livro explora o existencialismo idividual trasldada para a frase:PARA ONDE VAO OS PASSAROS QUANDO O INVERNO CHEGAR? Se voce se perguntar isso um milhao de vezes, nao precisara ler o livro, pois a esperiencia que deve proporcionar uma leitura, seja ela qual for, porem principalmente num livro como este, pode ser adquirida com esse exercicio, repetitivo e claro, mas com efeito similar. Diriamos o 'GENERICO' para ser bem brasileiro.

  • 10/02/2002

    Testinha

    Não vale a pena nem isto que estou escrevendo...

  • 04/01/2002

    Sergio Canesin Collucci

    Conta-se que Mark Chapman matou Lennon após ler este livro, o que foi imediatamente utilizado por psicólogos e similares para criar uma explicação para o fato, baseada numa suposta relação de causa e efeito.
    Lendo o livro, acho difícil engolir a existência desta ou de qualquer outra relação. A não ser que Chapman tenha ficado revoltadíssimo com a péssima qualidade da obra, e, neste caso, um alvo mais adequado teria sido Salinger...
    É um amontoado de bobagens pueris, mal escrito, vazio, com personagens faltos de estofo, mal conduzidos, mal elaborados, sem propósito e estúpidos.
    Não adianta querer procurar nas entrelinhas os propósitos do autor (ou dos personagens). Não há propósitos. Nem sequer há entrelinhas.
    Ao longo de todo livro, a questão mais profunda colocada pelo autor (e que eu responderia, se não tivesse compromisso com a civilidade) é "para onde vão os patos (do Central Park) no inverno?". Não pense o leitor que existam desígnios insondáveis e profundos por trás desta singela pergunta. Não há. O autor estava sem assunto.
    Este livro, diz-se, marcou toda uma geração de americanos, transformando-se num exemplo claro que, ao contrário do que muitos pensam, nem tudo que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil.
    Esqueça.

  • 06/07/2001

    Alexandre Manoel Paulino

    Talvez pareça exagero o que eu escrevo mas pra minha pessoa não é.
    O livro o "apanhador no campo de centeio" é o melhor livro, disparado que eu já li.
    Minhã mãe conta que ela ganhou este livro do meu pai ainda quando eles namoravam lá pros anos 60.Um dia por curiosidade mexi na biblioteca de casa e achei este livro.Depois deste dia eu acho que nunca mais fui o mesmo.
    O meu modo de pensar e levar a vida se modificou 100%.Salinger é excepcional,ele leva a gente para dentro do personagem,que eu nem preciso dizer que quem lê,acaba identificando-se com o próprio.
    Não tem uma noite que eu não dou uma folheada no livro,e sempre que tem alguem conhecido que eu saiba que gosta de literatura eu indico ou dou este livro.
    Eu posso falar sem exagero,que este livro, é o melhor estimulo pra mim viver

  • 31/12/2000

    Ana Luiza da Silva Costa- TRÊS RIOS,RJ

    Meu segundo livro prefirido, antes porém vem "Complexo de Portnoy" (de outo fabuloso escritor), Philip Roth e o terceiro vem "Lollita" de Vladimir Nabokov, ambos eu recomendo a todos que procuram uma boa e influente leitura. Bom eu tenho 18 anos e estou escrevendo um livro "Corações Psicodélicos"(uma homenagem a música de Lobão)e retrato com bons olhos assim como o jovem Caufield, as expêrincias primárias de um adolescente de Los Angeles. Acho ótimo a idéia de termos bons escritores nessa área admiravel e também me aproximo do irreal e real mundo imaginário de um adolescente confuso e ao mesmo tempo descidido, mesmo que tenha que voltar a viver no mesmo mundo e sobre o mesmo teto. Eu aconselho a todos a lerem e a comprar esse conto pois é inigualável de tão exêntrico e confortante para os nossos ouvidos.
    Luiza Costa.

  • 28/06/2000

    Roberto Cesar Hissa

    Não é a toa que este livro tem sido "visto" com reservas no ambiente estudantil americano. Não é difícil um estudante se identificar com a revolta existencial do personagem principal Holden Caufield.Um garoto de 16 anos que se depara frente ao cinismo e ao grande mundo hostil dos adultos. A forma de Salinger escrever é brilhante, parece que estamos "batendo um papo com o personagem". A identificação é fácil porque Salinger fala de uma revolta que um dia todos nós sentimos. A curiosidade é que Chapman(o homem que matou Jonh Lennon) canalizou sua revolta matando um astro pop que ele julgava falso. Já Salinger apresentado ao mundo como um eremita hostil fez com que Caufiel, inocentemente, se resignasse e ajudasse a ajuda de todos. Brilhante !!!

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Opinião do Leitor

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O livro reúne nove contos do escritor americano J. D. Salinger escritos para as revistas 'The New Yorker' e 'Harper´s'. A coletânea do autor de 'O apanhador no campo de centeio' inicia com o conto 'Um Dia Ideal para os Peixes-Banana'.

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A primeira das duas histórias do livro gira em torno do casamento não-realizado de Seymour, que às vésperas da cerimônia pede para adiar a celebração, já que se sente animado demais para casar. A história se passa num dia muito quente de 1942, e se concentra praticamente em dois espaços; um carro, no qual Buddy fica preso...

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Holden Caulfield is a seventeen-year-old dropout who has just been kicked out of his fourth school, in 1950s New York. Precocious, sensitive and confused, he blunders through a haze of teenage failures, disappointments and anti-climaxes and delivers to the reader a commentary on all the 'phony' aspects of society and the...

RAISE HIGH THE ROOF BEAM, CARPENTERS AND SEYMOUR

First published in the New Yorker in the 1950s, 'Raise High the Roof Beam, Carpenters and Seymour - an Introduction' are two novellas narrated by Buddy Glass. In the first, Buddy has taken leave from the army during World War II to attend the wedding of the eldest Glass brother, Seymour, and an atmosphere of portentous...

FRANNY AND ZOOEY

'Franny' came out in The New Yorker in 1955, and was swiftly followed, in 1957 by 'Zooey'. Both stories are early, critical entries in a narrative series about a family of settlers in twentieth-century New York, the Glasses.

FOR ESME - WITH LOVE AND SQUALOR

This volume presents nine short stories - 'A Perfect Day for Bananafish'; 'Uncle Wiggily in Connecticut'; 'Just Beore the War with the Eskimos'; 'The Laughing Man'; 'Down at the Dinghy'; 'For Esmé - with Love and Squalor'; 'Pretty Mouth and Green My Eyes'; 'De Daumier-Smith's Blue Period'; 'Teddy'.

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J. D. SALINGER BOXED SET, 4 VOLUMES

This boxed set features Salinger's works - 'The Catcher in the Rye'; 'Nine Stories'; 'Franny and Zooey'; and 'Raise High the Roof Beam, Carpenters and Seymour - An Introduction'.

CATCHER IN THE RYE, THE

Ever since it was first published in 1951, this novel has been the coming-of-age story against which all others are judged. Read and cherished by generations, the story of Holden Caulfield is truly one of America's literary treasures.

NINE STORIES

'Nine Stories' is a collection of short fiction containing works full of humour, intensity, and lack of phoniness. The war hangs over these wry stories of loss and occasionally unsuppressed rage. Salinger's children are fragile, odd, hypersmart, who seem beaten down by circumstances - some neurasthenic, others (often female)...

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Holden Caulfield ist eine Kultfigur der amerikanischen Literatur. Er ist sechzehn Jahre alt und irrt durch New York, traurig, krank, verwirrt. Generationen von Lesern haben sich in ihm wiedererkannt, in seinen Träumen und Hoffnungen, in seinen Ängsten und Schwierigkeiten, erwachsen zu werden.

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