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GRANDE SERTAO - VEREDAS

Formato: Livro

Autor: ROSA, JOAO GUIMARAES

Idioma: PORTUGUES

Editora: NOVA FRONTEIRA -

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES

R$

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Especificações Tecnicas

ISBN:

ISBN-13:

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Altura: 21 cm

Largura: 14 cm

Peso: 0,660 kg

Edição: 20ª

Ano de Lançamento: 2005

Número de páginas: 624

Sinopse

Nesta obra, o autor utiliza da linguagem própria do sertão para que Riobaldo conte sua história. Rosa busca apresentar a vida dos personagens de seu próprio ponto de vista, narrando a vida de jagunço com suas características - o amor, a morte, o sofrimento, o ódio e a alegria.

  • 15 Opiniões:

    Opine
  • 08/06/2014

    Romnei Lenon

    Não é um livro para quem não tem o hábito de ler. Nem para quem não tem o hábito de pensar. Óbvio que é leitura complexa, mas foi escrito assim para Rosa fazer metáfora com as idas e vindas que é o viver e nos mostrar que não podemos saber se tomamos o caminho certo antes de trilha-lo. E que o tempo não muda só a nós e nossos conflitos, mas principalmente muda o valor que damos a eles: ..não é medo, é preguiça de ter coragem. E mais que tudo fala do amor que não pode ser. O amor que não deveria estar lá. Que não deveria ter nascido entre Riobaldo e Diadorim. O amor que, no fundo e sempre, motiva a narrativa e o questionamento de Riobaldo perante a vida, suas dores e o mundo sertão! que o cerca. Rosa fez um livro com linguagem difícil porque quis mostrar que o viver também é. Usou frases invertidas e palavras inventadas para nos dizer que a vida de cada um é feita de idas e vindas, de retrocessos, de invenções, de pausas, dúvidas, erros e acertos. Não culpe o livro de ser chato, complexo ou imponderável. Pense nele como um pequeno retrato existencial e fique desassossegado: se você foi incapaz de entender o livro provavelmente passará pela vida da mesma forma.

  • 06/01/2014

    Bianca

    Me arrisco a dizer que é o melhor livro que já li e olha que eu já li muita coisa boa!. É uma história completa: tem ação, aventura, sangue, romance, filosofia, sociologia, emoção... Tudo narrado de uma maneira única. Nunca haverá um livro como esse. Não nego: Grande Sertão: Veredas estava na minha estante há 3 anos e eu nunca conseguia passar da página 90 por causa do estilo de escrita do autor, mesmo. Leia os contos do Guimarães Rosa antes de entrar no Grande Sertão Sagarana, por exemplo. Depois disso, consegui lê-lo inteiro, entendê-lo e apreciá-lo devidamente. Como disse uma ex-professora minha, a pessoa tem que aprender a ler Guimarães Rosa. É como passar por um novo processo de alfabetização. Mas compensa. E como compensa!

  • 03/03/2012

    Maísa

    Sem dúvida a melhor obra da literatura brasileira, já o li três vezes e continuo descobrindo coisas novas. Meu livro de cabeceira e indispensável para todo brasileiro, apaixonado pelas grandes sagas literárias e pelo português brasileiro.

  • 26/01/2012

    Eduardo

    Moço. Esse livro é curioso e estranhoso por demais. _ Eu o li, tinha lá meus 14 anos, confesso, eu não gostei, deveras, não foi a linguagem do livro que eu gostei não, até porque a linguagem do contrário do que fala por ai, não é tão difícil, até porque, dá esse livro na mão de uma pessoa lá sem tanto estudo no interior das Minas Gerais, que vai ler sem problema tal pessoa. Acontece é que preguiça tem esse povo de hoje em dia. Pois é que hoje 11 anos depois, tornei eu a ler esse livro, e opinião minha mudou de 8 pra 80, é obra prima da literatura mundial esse livro. _ Sei não porque minha opinião mudou, vai ver tanta carruagem assim eu não tinha, hoje, depois de umas centenas de livros lidos, talvez eu tenha agora compreendido a obra, não pelas palavras, torno a repetir, as palavras pra quem preguiça não tem não é problema, e pra compreender Senhozinho Rosa é ver além do que as palavras falam, é como ouvir Wagner e entender mesmo sem palavras ditas. Pois, é pena que sei lá no Brasil deva ter 2% da população que o tenha lido, e esse livro ganhou sim um Nobel, ao menos é o nobel de meu coraçãozinho.

  • 19/01/2012

    JULIO

    É, sem dúvida, uma das obras literárias mais superestimadas da História. Guimarães Rosa se apropria de elementos da cultura popular e os apresenta como uma grande inovação. Os neologismos e a estrutura do texto deixam claro que o autor tinha muito nítido o seu público alvo: pseudo-intelectuais de gabinete que incensam tudo aquilo que eles próprios se julgam incapazes de produzir. É o exemplo mais bem acabado do adágio: Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha.

  • 04/12/2011

    José Antônio

    Simplesmente é a obra máxima da literatura brasileira. Romance envolvente, com linguagem única, inventada, encantada. A história é linda, o final encantador, depois que você acaba de ler o livro não sabe se deve continuar de novo ou se simplesmente deve permanecer com a doce história em seu ouvido anos a fio.

    É o melhor livro que eu já li, seguido de perto por Cem Anos de Solidão, a Divina Comédia e Tia Júnia e o Escrevinhador.

  • 29/10/2011

    pedro paulo

    É uma grande obra de Guimarães, grande sertão e veredas, que nos prende no mundo dos personagens, cada página que viramos é uma surpresa.

  • 11/02/2011

    wellyton

    Uma grande obra, a escrita de g. rosa consegue expressar sentimentos, pensamentos com a intensidade que não seria possível no português padrão e em nenhuma outra língua.

  • 01/11/2010

    Mônica Cyrillo Blum

    ''Felicidade a gente encontra é em horinhas de descuido.''
    Eh, Rosa!
    O que dizer? Imersão em um universo único, de sonoridade jamais experimentada em outras obras... Contundente... Transpassa o coração como espada. Espada lambuzada em melaço...

  • 28/12/2009

    J F Yamamoto

    A primeira palavra do romance é ''Nonada''. Pronto: você entrou no mundo mítico do Dr. Rosa, médico formado na Universidade de Minas Gerais, poliglota que, segundo dizem, aprendeu francês aos 7 anos por conta própria. Nonada quer dizer coisa à toa, sem importância: ''Não é nada''. E começa o monólogo (sim, é um monólogo com mais de 400 páginas!) de Riobaldo, o Tatarana. Guimarães Rosa adorava fazer trocadilhos e fusões e o nome do personagem não escapa deste hábito. Rio + baldo: baldo é o oposto de abundante, Riobaldo é o condutor da história, mas o Sertão (com S maiúsculo) e os personagens (Joca Ramiro, Zé Bebelo, Hermógenes e ... Diadorim) são muito, muito maiores, são rios caudalosos. Tatarana é outra brincadeira, é o som do fuzil de Riobaldo, jagunço em conflito nas questões do Bem e do Mal. Esta guerra é velha, sabemos todos, e Rosa o coloca no centro da história. Riobaldo tem outro conflito, sente atração pelo seu companheiro de bando, Diadorim, cujo pai é Joca Ramiro, revelado em uma confidência entre os ... amigos. É preciso ter um pouco de paciência no início da leitura, pois o linguajar é um pouco fora do habitual, mas se conseguir ultrapassar as primeiras dez páginas, percebe-se que é uma grande contação de casos. Assim, sente-se e ouça a história do compadre do Compadre meu Quelemém.

  • 15/10/2009

    Fábio Bettes

    Grande sertão: veredas é e ponto. O quê? O romance mais importante da literatura brasileira no século 20. Precisa dizer mais? Um patrimônio cultural brasileiro, escrito numa linguagem absolutamente personal e inventiva, que dificulta a leitura, é verdade, mas encanta aqueles que escolhem caminhar pelas veredas deste grande sertão que vem a ser a nossa existência.
    O que temos nesta narrativa? Violência, pactos de lealdade, paisagens maravilhosas, experiências sobrenaturais e uma linda história de amor. Há muito mais na obra. Descubra você.

  • 30/06/2009

    Luiz Carlos Oliveira Carvalho

    Grande Sertão Veredas é a exência dos setões Mineiro.
    A realidade da vivência bruta e cômica ao mesmo tempo.
    Ìcone da literatura Brasileira, vejam Chapadão do Bugre de
    Mário Palmerio ''muito bom''.

  • 13/08/2008

    Sílvia Cristina de Almeida Torrezani

    O livro é , de fato, um clássico de nossa literatura e um belo exemplo da arte de narrar de Guimarães Rosa, uma mistura do universo sertanejo e da poesia que este universo traz; nos faz conhecer a alma deste homem e, por vezes, a nossa mesma. Maravilhoso!

  • 11/06/2007

    elvina rosangela garcia lima

    Rosseau versos Hobbes, o homem é bom na essência ou mal e necessita de Leviatã? João Guimarães Rosa trabalha com questões inerentes ao homem , o bem e o mal .O amor e a beleza da natureza contrastam com o ódio e a matança. O jagunço Riobaldo não tem certeza de nada mas sobrevive. Apesar da dor ama Diadorim. Tudo é e não é, reflexões que aparecem no Gêneses: Tudo que é já foi e o que será também já foi. Rosa escreve o que pensa um homem quando está no limite, entre morrer e matar.Viver é difícil, sempre estamos por um fio, somos todos vulneráveis, encontramos o mal a todo momento, o diabo está sempre no meio do caminho.Conseguimos transpor dificuldades em relação a compreensão da linguagem regional, porque GR transcende as escrituras.Nos emocionamos com essa obra-prima.As veredas, o melhor lugar para se viver,o oasis, são um presente para quem está no Grande Sertão que é a vida.

  • 16/06/2006

    José Marcelo Ribeiro

    O livro de Guimarães Rosa é o maior, junto com ''Crime e Castigo'' de Dostoievski; e ''Memorial do Convento'' de José Saramago. E na literatura brasileira é imbatível, de longe o melhor guia filosófico a seguir.

ROSA, JOAO GUIMARAES
Nasceu em 27 de junho de 1908, em Cordisburgo, MG. Cursou o secundário e a faculdade de Medicina em Belo Horizonte. Graduado, trabalhou em várias cidades do interior mineiro, sempre demonstrando profundo interesse pela natureza, por bichos e plantas, pelos sertanejos e pelo estudo de línguas (estudou sozinho alemão e russo). Em 1934, iniciou carreira diplomática, prestando concurso para o Ministério do Exterior - serviu na Alemanha durante a II Guerra Mundial e posteriormente na Colômbia e na França. Em 1958, foi nomeado ministro; é dessa época o reconhecimento da genialidade do escritor, em conseqüência da publicação de Corpo de baile e Grande sertão: veredas, ambos de 1956. Em 16 de novembro de 1967, tomou posse na Academia Brasileira de Letras; três dias depois, em 19 de novembro, morreu no Rio de Janeiro.



Opinião do Leitor

  • 15 Opiniões:

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  • 08/06/2014

    Romnei Lenon

    Não é um livro para quem não tem o hábito de ler. Nem para quem não tem o hábito de pensar. Óbvio que é leitura complexa, mas foi escrito assim para Rosa fazer metáfora com as idas e vindas que é o viver e nos mostrar que não podemos saber se tomamos o caminho certo antes de trilha-lo. E que o tempo...+ ver mais

  • 06/01/2014

    Bianca

    Me arrisco a dizer que é o melhor livro que já li e olha que eu já li muita coisa boa!. É uma história completa: tem ação, aventura, sangue, romance, filosofia, sociologia, emoção... Tudo narrado de uma maneira única. Nunca haverá um livro como esse. Não nego: Grande Sertão: Veredas estava na minha...+ ver mais

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FITA VERDE NO CABELO

Numa leitura do conto de fadas 'Chapeuzinho Vermelho', Guimarães Rosa mostra a trajetória das fantasias de uma adolescente até o confronto com a morte de sua avó, quando 'mais se assustou, como se fosse ter juízo pela primeira vez'.

ESTAS ESTORIAS

Reunião de oito novelas em que Guimarães Rosa desvenda o grande sertão - 'Página de saudade', 'A simples exata história do burrinho comandante', 'Os chapéus transeuntes', 'Entremeio - com o vaqueiro Mariano', 'A estória do homem do pinguelo', 'Meu tio o Iauaretê', 'Bicho mau', 'Páramo', 'Retábulo de São nunca', 'O dar...

CARTAS A WILLIAN AGEL DE MELLO

Durante 3 anos, William Agel de Mello (que traduziu para o espanhol 'Grandes Sertões Veredas') e João Guimarães Rosa trocaram correspondências. Nessas cartas, reproduzidas neste livro, o leitor pode apreciar o jeito inconfundível do grande autor de 'Grande Sertão Veredas'.

PRIMEIRAS ESTORIAS

Esta obra reúne contos da literatura de Guimarães Rosa em que se sobressaem os costumes e a linguagem das gentes de Minas. Inclui o texto 'A terceira margem do rio', considerado clássico da literatura transformado em filme por Nelson Pereira dos Santos em 1993.

GRANDE SERTAO - VEREDAS

Nesta obra, o autor utiliza da linguagem própria do sertão para que Riobaldo conte sua história. Rosa busca apresentar a vida dos personagens de seu próprio ponto de vista, narrando a vida de jagunço com suas características - o amor, a morte, o sofrimento, o ódio e a alegria.

SAGARANA

Apresentando a paisagem e o homem de sua terra numa linguagem já então exclusiva, por meio de contos como 'O burrinho pedrês', 'Duelo', 'A hora e a vez de Augusto Matraga', Guimarães Rosa fez deste livro a semente de uma obra cujo sentido e alcance ainda estão por ser inteiramente decifrados.

MARGENS DA ALEGRIA, AS

O livro 'As margens da Alegria', um dos contos de 'Primeiras estórias', visa apresentar um editorial diferenciado para conquistar outras gerações de leitores e possibilitar diferentes tipos de leitura. A história desenrola-se numa região não especificada, mas reconhecível, embora o seu cenário seja apenas esboçado.

CORPO DE BAILE, V.1

Neste livro, encontram-se reunidos um conjunto de novelas rurais de Guimarães Rosa. Este livro é marcado por narrativas pontuadas com características do sertão brasileiro, como a dança e a música, e um cenário vasto que configura o mundo peculiar que permite aos personagens buscar seus próprios destinos.

SAGARANA

En Amérique latine (et partout où il a été traduit). João Guimarães Rosa est, avec Jorge Luis Borges, le géant continental du siècle. L'auteur du Diadorim, l'un des chefs-d'oeuvre du XXème siècle, nous offre avec 'Sagarana' une occasion exceptionnelle de redécouvrir son univers poétique et sa langue inventive, semée de...

SAGARANA

Unisce il radicale saga, proprio delle antiche narrazioni nordiche di intonazione epica al suffisso di lingua tupì rana, che esprime il collettivo, l'universale ma anche il localissimo. Sagarana è costituito da nove racconti tutti ambientati nelle regione brasiliana di Minas Gerais. Postfazione di Luciana Stegagno Picchio.

GRANDE SERTAO

Favoloso altipiano del Brasile profondo, deserto-brughiera dei Campos Gerais rinverdito di improvvise palme giganti, il 'sertao' di Guimaraes Rosa è uno spazio magico percorso nell'intrico dei suoi sentieri da santoni a banditi, popolato di mandrie e di piccoli uomini da nomi altisonanti come di eroi di saghe remote. Sono,...

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ESTAS ESTORIAS

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