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CASA DAS SETE MULHERES, A

Formato: Livro

Autor: WIERZCHOWSKI, LETICIA

Idioma: PORTUGUES

Editora: RECORD

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES

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Especificações Tecnicas

ISBN:

ISBN-13:

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Altura: 16 cm

Largura: 23 cm

Peso: 0,790 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2002

Número de páginas: 516

Sinopse

Este romance de Leticia Wierzchowski mostra a Guerra dos Farrapos - (1835-1845) e suas conseqüências maléficas sobre o destino de homens e mulheres. O líder do movimento, Bento Gonçalves da Silva, isolou as mulheres de sua família em uma estância afastada das áreas em conflito com o propósito de protegê-las. A guerra começou a se prolongar. E a vida daquelas sete mulheres confinadas na solidão do pampa começou a se transformar...

  • 7 Opiniões:

    Opine
  • 02/10/2013

    Alberto Ramos

    Concordo totalmente com Adriana de Godoy. Nunca vi tanto machismo e preconceito quanto aos comentários sobre esse livro histórico, sim, histórico para a literatura do Rio Grande do Sul. A história é rica, fantástica, ficcional, passional, épica, romântica, e muitos homens, senão todos, podem, e devem ler A CASA DAS SETE MULHERES - com letra Maiúscula! Só quem escreveu 510 páginas de um romance dessa magnitude merece total respeito e admiração. Parabéns Letícia Wierchowvki! Continue escrevendo cada vez mais e melhor pelo bem da literatura gaúcha e brasileira.

  • 28/05/2011

    Adriana de Godoy

    Pelo visto, os machões passaram por aqui...
    Risível o preconceito contra a autora, e a suposição de que, numa obra ficcinal, é necessário apuro dos fatos e dos costumes de algum lugar. Ficção é justamente isso: ficção.
    A obra é excelente, e quem não gosta de minissérie da globo é só desligar a tv. Senti um machismo rançoso que beira a misoginia.
    Esse, com certeza, não é um livro para homenzinhos!
    Recomendo outro excelente da autora, ''De um grande amor e de uma perdição maior ainda'', delicioso e cativante. Muito bem escrito, com frases deliciosas.
    No mais, que as ''mulherzinhas'' desse país tenham como exemplo de talento a autora, injustiçada pela idiotia que muitas vezes permeia a leitura no Brasil.

  • 26/06/2010

    Tânia Mello

    Esse livro está LONGE de ter sido mal escrito; é inclusive poético, e com as cartas de Bento Gonçalves e o ‘diário’ de sua sobrinha Manuela alternando a narrativa, jamais chato. Embora a autora tenha feito extensa pesquisa, trata-se de uma obra de FICÇÃO , não tendo qualquer obrigação com 'fatos históricos'. Li os livros de Alcy Cheuiche e de Tabajaras Ruas; este livro é tão diferente, que não há como comparar. E Alexandre Dumas sempre será Alexandre Dumas, é claro. Dizer que o livro é 'coisa de ''Loira Burra'' e oportunista' denota bastante o tipo de preconceito imbuído na sentença; acho que seria o equivalente a uma mulher dizendo: ''isso é coisa de machista burro e com o orgulho ferido''... O livro é ótimo; compre, leia, dê de presente...

  • 23/01/2008

    Alberto Chassot

    O peculiar Rio Grande do Sul que deu ao Brasil escritores do quilate de Vianna Moog, Dyonélio Machado, Décio Freitas, Cyro Martins, Barão de Itararé, Simòes Lopes Neto, Josué Guimarães, Erico Verissimo e outros, não merecia tamanha afronta. O livro é mal escrito, repleto de erros históricos, com personagens mal alinhavados, descriçòes incorretas de sítios geográficos e de traços culturais do povo do Sul. A autora faz corar de vergonha qualquer gaúcho minimamente familiarizado com a História do RS. Ainda bem que ela não é representativa da boa literatura produzida no fim (ou começo?) do Brasil, já que lá há gente do quilate de Tabajara Ruas, Sergio Faraco, Aldyr Garcia Schleee, Flavio Luis Ferrarini, Alcy Cheuiche, Jerônimo Teixeira, Flavio Moreira da Costa e outros não divulgados no ''resto'' do país. Se o assunto é ''Guerra dos Farrapos'' leiam o livro de mesmo nome de Alcy Cheuiche ou a obra-prima definitiva e de qualidade escrita por Tabajara Ruas: ''Os Varões Assinalados'' (esgotado, porém disponível em 3 volumes denominados ''O País dos Centauros'', ''A República de Anita'' e ''A Carga dos Lanceiros'', L&PM). Há ainda ''Memórias de Garibaldi'' de Alexandre Dumas, com boa descrição da participação do biografado no mais épico e importante momento do Rio Grande do Sul.
    Quanto a ''A Casa das Sete Mulheres'' só dá para dizer que é coisa de ''Loira Burra'' e oportunista.

  • 25/06/2007

    Tilso Duchamp

    Comecei a ler, mas não consegui ir além do segundo capítulo. Os personagens simplesmente não são plausíveis. Imagine só, colocar tantas mulheres morando juntas, sem nenhuma rixa, inveja, inimizade ou intriga entre elas. Nem parece que foi escrito por uma mulher. Sou obrigado a concordar com comentario anterior de que esse é um livro para mulherzinha, porém sem o talento e a vivacidade das Mulherzinhas, clássico infanto-juvenil de Louisa May Alcott.

  • 07/03/2007

    Valéria Fernandes

    li o livro antes de assistir a minissérie e digo que o livro é bem melhor que a adaptação que mudou muita coisa da trama pensada pela autora. As personagens são cativantes e humanas. Mesmo que já saibamos o destino das personagens históricas o dia-a-dia das sete mulheres desvela uma faceta da Guerra dos Farrapos ausente de boa parte dos livros de história. É um bom passatempo e pode ser lido sem medo por quem não é ''mulherzinha'' ou ''mulherzinha gaúcha''.

  • 05/01/2007

    Paulo Schmidt

    O romance ''A Casa das Sete Mulheres'' foi praticamente concebido para virar minissérie da Globo, tendo, de fato, sido publicado pouquíssimo antes que sua adaptação para a TV, em 2003, fosse ao ar. Antes desse livro, a autora gaúcha Leticia Wierzchowski era conhecida apenas pelo pujante conquanto limitado mercado editorial sulino. Segundo a informação oficial, a editora Record, uma das maiores do país, teria se interessado por um outro livro da autora e, ao conhecer seu projeto literário sobre a Revolução Farroupilha, resolveu bancá-lo sem pestanejar. O que se sabe é que a própria editora ofereceu a idéia da adaptação à Globo, que soube enxergar numa história com tantas saias e corpetes um produto feito sob medida para o público feminino consumidor de suas ridículas novelas.

    Dito e feito: a minissérie sobre as mulheres que, enclausuradas numa estância no Rio Grande do Sul, na primeira metade do século XIX, assistem de longe à Guerra dos Farrapos, a mais longa, sangrenta e inútil da nossa História, foi um sucesso, embora o critério para escolha do elenco tenha sido a beleza e não o talento, como sempre se deve esperar do diretor de novelas Jayme Monjardim, um diretor de fotografia sem a mais remota noção de como dirigir atores. O grande mérito dessa adaptação mediana coube à música de Marcus Vianna e ao talento dramatúrgico da roteirista Maria Adelaide Amaral, que parece talhada para adaptar livros chatos, como já fizera de forma igualmente bem-sucedida com ''A Muralha'', romance virtualmente ilegível de Dinah Silveira de Queiroz.

    Sim, porque o romance de Wierzchowski é chato num grau tão épico quanto o seu tema. Com estilo tosco, diálogos banais e didatismo explícito, ''A Casa das Sete Mulheres'' parece um livro feito para ensinar história do Rio Grande do Sul a mocinhas casadouras gaúchas da década de 30. Conflitos praticamente inexistem, não só porque as mulheres da família de Bento Gonçalves, o líder farroupilha, são todas belas, inteligentes, fortes, amam-se e vivem na mais perfeita harmonia (ao contrário das demais famílias da face da Terra), mas também porque não passam de nomes, personagens sem personalidade, sem psicologia, sem particularidades, sem idiossincrasias, mas tão-somente descrições físicas infantis, do tipo “linda como uma princesa”, “de cabelos negros que brilhavam ao sol”, “seus olhos verdes cintilavam uma luz que dava mágica ao seu rosto”, ou “usava um vestido amarelo, com peito de rendas, que lhe acentuava a graça”. Coube a Adelaide Amaral tecer tramas paralelas, dar dimensão aos personagens e criar conflitos entre eles, para a TV. Os milhares de telespectadores que, regalados com a bela fotografia e a envolvente trilha sonora da minissérie, ou mininovela, da Globo, procuraram no livro a matriz desta, decerto tornaram-se leitores decepcionados, pois, com exceção da pletora de nomes de pessoas e logradouros, nada há em comum entre o romance enfadonho de Wierzchowski e o roteiro melodramático de Amaral.

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WIERZCHOWSKI, LETICIA
Leticia Wierzchowski tem 32 anos, nasceu e vive em Porto Alegre. 'Um farol no pampa' é seu oitavo livro. Leticia é autora dos romances 'O anjo e o resto de nós' e 'A casa das sete mulheres', que foi adaptado para a TV, em uma minissérie de sucesso da Rede Globo, e vem sendo editado em vários países. Também publicou as novelas 'Cristal polonês' e 'O pintor que escrevia', lançado em 2004 na Espanha.

Opinião do Leitor

  • 7 Opiniões:

    Opine
  • 02/10/2013

    Alberto Ramos

    Concordo totalmente com Adriana de Godoy. Nunca vi tanto machismo e preconceito quanto aos comentários sobre esse livro histórico, sim, histórico para a literatura do Rio Grande do Sul. A história é rica, fantástica, ficcional, passional, épica, romântica, e muitos homens, senão todos, podem, e devem...+ ver mais

  • 28/05/2011

    Adriana de Godoy

    Pelo visto, os machões passaram por aqui...
    Risível o preconceito contra a autora, e a suposição de que, numa obra ficcinal, é necessário apuro dos fatos e dos costumes de algum lugar. Ficção é justamente isso: ficção.
    A obra é excelente, e quem não gosta de minissérie da globo é só desligar...+ ver mais

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CASA DAS SETE MULHERES, A (LIVRO DE BOLSO)

Este livro da gaúcha Leticia Wierzchowski mostra a Guerra dos Farrapos, ou Revolução Farroupilha (1835-1845) - a mais longa guerra civil do continente -, e suas conseqüências sobre o destino de homens e mulheres. O líder do movimento, General Bento Gonçalves da Silva, isolou as mulheres de sua família em uma estância afastada...

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