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TUDO QUER VIVER



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Sinopse

"Anti-romântica por excelência, sem idealizações ou pieguices, com formação em psicologia ...Seu olhar não exibe julgamentos, apenas desvela sentimentos, em economia de ação e vocábulos, mas com riqueza de imagens, algumas belíssimas como a que brilha em Enfisema, assinalando que a jabuticabeira exala “o perfume que antecede seu parto negro...o que marca pra valer o estilo da autora é a sua capacidade para a frase curta, concisa e percuciente, que toca fundo a alma e leva à reflexão: Solo infértil é o que não tem dono, Terra de ninguém é solitária e ansiosa, Enxerga quem deseja o mundo, É bom morrer para as certezas. E outras, muitas, que vizinham  com a metalinguagem, traço também definidor de uma escrita introspectiva, ousada e enérgica.Entre lembranças do que já foi e revelações de como se vê,  a autora parece costurar todos os textos com sua experiência, à maneira de quem se analisa como o resultado de todos os quadros anteriores que pintou sobre si. Pode ser o começo de uma trajetória literária capaz de produzir ficção de qualidade superior." Sonia Machiavelli "A vida é uma viagem. E há, nessa jornada, um trajeto paralelo e optativo: para dentro de nós mesmos. Não são muitos os que conseguem vislumbrá-lo, menos ainda os que estão dispostos a garimpar-lhe preciosidades por entre pedras e espinhos; menos ainda são os que têm o privilégio de percorrê-lo e dizê-lo. Estes podem construir uma trilha de palavras que abrem caminhos na alma humana para o aprendizado e maior gozo da viagem, que não se perde no tempo. Ao contrário, funde passado, presente e futuro com a liga da sensibilidade brotada em palavras.       A minha [terra] está pulsante e bem cuidada – lá eu planto imagens, sonhos e desejos que precisam ser mantidos úmidos... E tem um arbusto de pretérito perfeito. Muito perfumados!(Lacunas)          É o que diz Janaína, uma dessas pessoas privilegiadas. São passos que perscrutam luzes e sombras e surpreendem, e enternecem, revelam e escondem, iram e incomodam e, sobretudo seduzem o leitor com sopros de  humanidade.          Minha busca pela gramática vem quase como um pedido de socorro. A salvação de um “Eu” em “Nós”, através da palavra desatadora. (Inocência)          Seja desnudando corajosamente seu interior: “Andei por muitos dias, enfrentei perigos, pensei que ia morrer, mas consegui chegar e quero pedir ao senhor que me responda uma pergunta: qual é o segredo para a Felicidade e a Paz de Espírito?” (A parábola da Carretera); seja vestindo o outro com seu olhar singular: “Consenti com a cabeça e engoli com emoção. Lembrei-me dos poetas, dos doutores, dos mestres e dos jogadores de xadrez... A filosofia dela era mais simples e visceral” (Tudo quer viver); seja se espantando com o mais corriqueiro: “Às vezes, sinto a água docinha. E percebo o quanto é bonito ser simples.” (Sede); seja encarando naturalmente o inusitado, aqui estão palavras que não nos deixam indiferentes, e, muitas vezes, ferem fundo, ao tempo em que cicatrizam como lâminas incendiadas de Beleza, de Poesia, de Aprendizado: “E do rosto da que escreve emerge um sorriso torto, um suspiro e um arzinho de contentamento irônico de flor que não tem perfume, mas sabe que encanta porque é bela...” (Nada).   Regina Helena Bastianini  

Detalhes do Produto

    • Ano de Edição: 2013
    • Ano:  2013
    • País de Produção: Canada
    • Código de Barras:  2000731411197
    • ISBN:  1230000189219

Avaliação dos Consumidores

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