Aguarde...
 

A MORTE DO HOMO SAPIENS

A AÇÃO IRRACIONAL COMO VALOR SOCIAL



Produto disponível no mesmo dia no aplicativo Kobo, após a confirmação  do pagamento!

Sinopse

“A sociedade pós-moderna, no alvorecer do século XXI, idolatra e se orgulha das máquinas que pensam. E, numa outra via paradoxal, suspeita e não vê com bons olhos os homens que, negando se tornarem meros apêndices delas, ainda ousam querer pensar.” (autor desconhecido) "Rotineiramente desqualificamos testemunhos e exigimos comprovação. Isto é, estamos tão convencidos da justeza do nosso julgamento que invalidamos provas que não se ajustem a ele. Nada que pareça ser chamado de verdade pode ser alcançado por esses meios." (In: A cabana. Milynne Robinson, The dealth of Adam) “(...) No avanço da industrialização, a máquina substitui as mãos e a programação automática substitui as mentes. (...) O outro problema é a repetição constante dos mesmos movimentos ao longo do dia, o que automatiza as ações e se torna um entrave ao raciocínio. Para se adaptar aos movimentos repetitivos, o trabalhador é obrigado a reprimir a criatividade e a inteligência, o que leva a um quadro de alienação.” (PETTA, Nicolina Luiza de. Et AL. História: uma abordagem integrante. – 1. ed. – São Paulo: Moderna, 2005. P. 147-149)  ___________________  (a5, 153 p.) -  Segundo Karl Marx[1], “para que o homem possa ser capaz de transformar (a sociedade ou a sua condição sócio-existencial) é preciso, antes, que ele seja capaz de transformar-se”. Nesse sentido, para poder transformar-se é preciso também poder pensar: libertar-se das ideologias que, homo sapiens e / ou homo intelectos, e se transmutem em "Homo faber" e / ou animais irracionais, existindo apenas como técnicos e / ou especialistas do saber, alienados para uma compreensão simultânea das partes e fazer todo, culminados num estado de "animalização" e / ou de uma "condição humana sócio-existencial" inumana, desumana e / ou inautêntica. " Em outras palavras, para poderem ser capazes de transformar-se e, na mesma, via, transformar, os homens, se tornar um libertar de uma "condição humana inumana e / ou desumana", há séculos sistematizada, motivada pelos valores Cartesianos, Positivistas, Pragmáticos Construídos no mundo inteiro, por meio de meios de comunicação, por meio de ideias de inserção social, especializadas de aprendizagem e de inserção no mundo do trabalho, por meio do avanço das ciências, atrelada esta ao desenvolvimento do capitalismo, com suas revoluções industriais. Outra dimensão do processo de irracionalidade instituída e / ou sistematizada, como um valor social nas sociedades capitalistas ocidentais contemporâneas, está, também, dada naquela que é direto causada e fomentada pela "Indústria Cultural", onde, como bem ressaltou a filósofa Marilena Chauí, Por um lado, e os meios de comunicação, os conceitos médios, os leitores médios, os quais são atribuídos certas "capacidades mentais médias", em espécie de sistematização - também para as ideias institucionais educativas de Estado - da chamada "pedagogia da mediocridade". Uma intrínseca relação entre estes dois processos de irracionalidades sistematizados nessas sociedades capitalistas ocidentais pós-modernas pode ser entendida como um mecanismo de "inversão de processos de captação e / ou apreensão da realidade" por sujeitos, nela transformados em objetos, onde o inteligível, através de da exigência de interiorização e, de uma outra via, de exteriorização, como respostas a fragmentados conceitos simbólicos sem campo visual, disponível em estados humanos, ou melhor, inumanos de meramente: 1- copiar e reproduzir; 2- aprender apenas pensamentos, sob uma forma de informação, e não de aprender a pensar. Ou seja, se o "homo sapiens", segundo a Antropologia, se diferencia dos outros animais ditos inferiores porque possui a capacidade de "evoluir para o entendimento", nessas sociedades, ao contrário, tragicamente, eles estão colocados como seres irracionais, simbólicos, limitados a apreenderem a realidade de forma fragmentada, por meio da exigência social de respostas a estímulos visuais e culturais, enquanto produtos culturais, também de forma fragmentária e / ou fragmentária. Esses fatos talvez expliquem porque como sociedades ocidentais capitalistas contemporâneas estejam semper mudando, através dos seus processos de "modernização e / ou industrialização" (obsolescência programada) sem, necessariamente, nesses processos, de fato, significativamente, mudando, uma vez que, nelas , os seres humanos são transformados, em diversas instâncias institucionais, como uma fábrica, uma escola, etc., em seres irracionais. Ou seja, estes processos de "mudanças imutáveis", nessas sociedades, tornam-se visíveis quando se constata, por exemplo, que, mesmo após séculos e / ou décadas de injustiças: Como desigualdades sociais, não Brasil, na África e na América latina, desde os períodos de pós-coloniais, só tem aumentado apesar dos desenvolvimentos econômicos, culturais e industriais; O acesso a uma educação pública, gratuita e de qualidade, nesses países, há séculos e décadas continuando a ser uma grande utopia, assim como a efetiva popular popular nas entre políticas, ainda que seja incorporado, via Estado, a idéias do sufrágio universal. Ou seja, embora nessas sociedades, como nos direcionamos, somos bem-vindos, por meio dos seres humanos, um maior acesso como novas tecnologias, na mesma medida, elas, estas tecnologias, têm (que são criadas visando-se Entreter e "facilitar a vida humana", satisfazendo como ditas "vontades" humanas) embrutecido os homens, tornando-os seres "dependentes", visuais, irracionais, na medida em que, por meio do abuso de uso delas, fora ou dentro das fábricas, elas também são abortado, castrado e / ou minimizado como suas capacidades de pensar. Sendo assim, partindo-se dos conceitos de "Ação Social de Max Weber, apresentamos, nessa obra, cinco axiomas essenciais relativos à ação e / ou às" Ações Irracionais ", isto é, às" formas pós-modernas e / ou contemporâneas de "Ações sociais", pertencentes às diferentes culturas, em escala global, vivam como se fossem de fato "seres irracionais", relegados a formas ideológicas, especializadas, fragmentadas, embrutecidas e etnocêntricas e / ou mesmo Simbólicas de ver e de interagir com o mundo, fazendo-se, ao mesmo tempo também com que eles, estes mesmos homens irracionais, iludidos e alienadamente desconhecendo seus estados de irracionalidades: Sem fins "hiper-conscientes", quando, na verdade, possuídos por idéias exteriores a eles próprios, culminando-se, através de etnocentrismos e xenofobismos, nenhum desenvolvimento de posturas genocidas e / ou biocidas em escala planetária; Não há nenhum significado micro / subjetivo, não é um sentido macro / social e político. Ou seja, processos de "obsolescência programada" e, conseqüentemente, o consumismo e automação da existência por meio das "ações irracionais humanas", baluarte da mesma sociedade de consumo, ocasionada por meio do uso abusivo das máquinas e / ou tecnologias (nas fábricas ou fora delas), tem feito dos homens, além de seres irracionais, nesse sentido, seres também incapazes de gerarem mudanças essências na estrutura social, ficando, os mesmos, presos a constantes processos de inovação (o que não é de fato novo) , buscando-se inspiração e / ou cópias em realizações passadas ou nas do mundo natural, gerando-se mudanças sem mudanças ou, noutros termos, fazendo-se com que eles e como sociedades "mudem sem necessariamente e / ou essentialmente changingem. Nessas sociedades pós-modernas, o "homo sapiens" foi assassinado pela vida dita "civilizada e / ou socializada", com seus ranços tecnológicos Cartesianos, Positivistas, Pragmáticos (nas fábricas ou fora delas) e, sendo assim, no seu lugar, foi colocado o "homo copy" (homem reprodutor, copiador) e também o "homo videns homem visual (decodificador de símbolos)". Ou seja, foi colado na condição de "ser irracional", no sentido de ser incapaz de gerar mudanças significativas pelo uso da razão, ficando presos a uma vida de cópias de padrões comportamentais e de respostas a Estímulos visuais, culminando-se no desenvolvimento "de modos de ser, de sentir e de agir padronizados, difundido por ditaduras de copistas sob o caráter de" inovação "(diferente do que é, de fato, novo ou paradoxal ao processo de obsolescência programada ). Na última parte do livro, sendo assim, demonstraremos como se deu um processo, ou seja, a partir de Antropocentrismo e do surgimento da Ciência, com seus ranços Cartesianos, Pragmáticos e Positivistas (na fábrica ou fora dela), foram se sistematizando as diferentes formas de "ação irracional" nas sociedades capitalistas ocidentais contemporâneas, como se fossem atos não só racionais, mas também hiper-conscientes. Na segunda, apresentaemos, de forma didática, cinco conceitos estruturais de "Ação Irracional" e / ou de ações irracionais presentes, de forma sistematizada, enquanto valor social, nas sociedades ocidentais capitalistas pós-modernas. Finalmente, na terceira, faremos uma breve e sucinta sobre o que postulamos que deva ser entendido como fundamento para uma retomada da busca pela volta da "Ação Racional", na na era presente Pós-moderna , partindo-se, a nossa ver, a necessidade de desenvolvimento da consciência e a consciência do mundo dos seres sociais presentes nessas sociedades. Objetivamos, assim, poder contribuir de alguma forma para a construção de novos caminhos rumo à ressuscitação e / ou reconstrução do homem racional e / ou do "homo sapiens" no século XXI. Esperamos também que essa obra, assim, para a formação de uma geração mais transformadora, a partir da transformação social deliberada da consciência dos seres humanos, colocando-os na condição humana de verdadeiros atores sociais transformadores porque, antes e durante, também transformadores de si.  

Detalhes do Produto

    • Formato:  ePub
    • Subtítulo:  A AÇÃO IRRACIONAL COMO VALOR SOCIAL
    • Origem:  NACIONAL
    • Editora: KWL
    • Assunto: Ciências Sociais - Antropologia
    • Idioma: PORTUGUÊS
    • Ano de Edição: 2014
    • Ano:  2014
    • País de Produção: Brazil
    • Código de Barras:  2020102732553
    • ISBN:  1230000246860

Avaliação dos Consumidores

ROLAR PARA O TOPO