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MELHORES POEMAS DE PAULO LEMINSKI


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Sinopse

Paulo Leminski foi uma das grandes surpresas da poesia brasileira nos últimos trinta anos. Pertencendo a uma geração de insatisfeitos e irreverentes levou a insatisfação e a irreverência àquele ponto extremo para o qual só há uma saída- renovar ou se retirar. Renovou. Teve o dom mágico de mostrar ao país uma voz inconfundível, personalíssima, fluente e cheia de sonoridades misteriosas, como os rios. E como os rios, enriquecida por muitos afluentes- dos hai-kais de Bashô às experiências concretistas. Paulo Leminski Filho (1944-1989) nasceu e morreu em Curitiba. Foi seminarista e faixa preta de judô, professor, publicitário, apresentador de tevê. Gostava de polemizar. Era uma mistura de samurai e trovador. Homem de contrastes, como as suas origens étnicas- tinha sangue polonês e negro nas veias. Em sua poesia também convivem muitos contrastes e inquietações, ideais libertários e de contracultura, possivelmente os contrastes, ideais e inquietações de sua geração, o que explica a intensa receptividade popular de sua poesia. Em vida, Leminski lançou três livros de poemas- Caprichos e Relaxos (1983), Haitropikais (1985), em parceria com Alice Ruiz, e Distraídos Venceremos (1987). Outros foram publicados após a sua morte, mostrando um poeta prolífico e fascinado por muitos caminhos, mas extremamente preocupado com a linguagem, a expressão gráfica do poema, herança talvez do concretismo, e a concisão- um pouco de mao/ em todo poema que ensina/ quanto menor/ mais do tamanho da china. Essas preocupações podem sugerir que tenha sido um poeta de gabinete. Nada mais falso. Os poemas de Leminski nascem de suas vivências de beatnik caboclo, extraídos ainda palpitantes da árvore verde da vida, e, como observou Leyla Perrone Moisés, parecem tão simples que é quase um desaforo.

Sobre o Autor

Escritor, poeta, tradutor e professor, Paulo Leminski era também faixa-preta em judô. Nasceu em 1944, em Curitiba, e faleceu em 1989. O pai era polonês e a mãe negra. Desde cedo inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, trocadilhos ou “brincadeiras” com ditados franceses. Paulo esteve no primeiro Congresso Brasileiro de Poesia de Vanguarda, em Belo Horizonte,onde conheceu Haroldo de Campos. Os dois tornaram-se amigos...
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Detalhes do Produto

    • Edição:  5
    • Ano:  2001
    • Código de Barras:  9788526005273
    • ISBN:  8526005278
    • Encadernação:  BROCHURA
    • Complemento:  NENHUM
    • Nº de Páginas:  224

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